quinta-feira, 28 de abril de 2016

Eu tive certeza. Parecia um sonho mas eu sabia que era você.
Eu estava acordada, mas eu ouvi você. Sei até o tom de sua voz.
Você fala e muito. Não há nada silencioso dentro de você.
Confesso que me assustei. Eu tinha brincado contigo.Sobre me materializar.
Foi uma experiência meio estranha e falando.., Sei lá.!
Desculpe. Tive medo de você.Quis sim te enfrentar.
Mas preferi fugir.
Se você quiser falar disso. Por que eu de alguma forma sei que lerá ?... não me pergunte como eu sei.
Eu nao sei.Não sei de nada. Parece que quem sabe aqui é você.
Talvez eu tenha passado por um lugar e peguei algo que não era meu. Talvez precise devolver.
Eu entendo tudo o que voce falar.
Não quero explicação.
Se tiver que vir, estarei aberta a entender.
Sem mascaras.sem compromisso, só o de respeito mutuo.
"Eu tive que fugir. Porque eu sabia que estava sendo intrusa na sua Terra.
A sua historia é uma Terra. Eu entrei na sua land.Quis pertencer a ela.
Vi que seria prisioneira. Me senti sufocada. Pedi que me libertasse.
Mas queria muito que você visitasse minha land. E se sentisse à vontade nela".
Sei lá. Queria ver mais sorrisos nos seus olhos...


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Quem tem coragem é mais feliz.
Acaba descobrindo que não da pra ter silencio em atos. 
O seu comportamento mostra quem voce é.
A resposta sempre vem pra quem questiona o universo.
Eu pedi contato imediato do primeiro grau com vida inteligente.
Acabei tendo C5. A vida inteligente mais próxima entrou na sintonia do universo e me encontrou.

domingo, 3 de abril de 2016

Vamos dançar?

Gosto de me deixar conduzir, seguindo o ritmo da musica e do companheiro.
Um pouco mais rápido ou mais lento... vai depender do outro.
Dançar.
É o teste primordial pra ver se o casal se harmoniza.
Muitos dizem não saber dançar.
Coloque uma musica qualquer, enrosquem-se. Veja no que dá.
Depois de alguns minutos, a depender do sentimento entre eles, o ritmo acontece.
Pode ser magico, pode ser material. 
Fechar os olhos e não querer que aquele momento acabe...
Dançar.



terça-feira, 29 de março de 2016

Folha De Papel Em Branco (Khalil Gibran)


- Disse uma folha de papel branco: "Pura fui criada e pura permanecerei para sempre. Antes ser queimada e convertida em brancas cinzas, do que suportar que a negrura me toque ou o sujo chegue junto de mim". O tinteiro ouviu o que a folha de papel dizia e riu-se em seu escuro coração. Mas não ousou aproximar-se dela. E os lápis multicoloridos ouviram-na também, e nunca se aproximaram dela. E a folha de papel, branca como a neve, permaneceu pura e casta. Para sempre, pura, casta...e vazia.... (Khalil Gibran)

Alexandre Herculano.

O Bobo é um romance histórico de Alexandre Herculano, publicado inicialmente em "Panorama" em 1843 e editado postumamente em volume, apenas em 1878. O autor situa a narração no ano de 1128, dias antes da batalha de S. Mamede que opôs o exército de D. Afonso Henriques ao da sua mãe D. Teresa. Assim podemos assistir às tramas medievais e à estratégia usadas por ambos os exércitos, assim como sabemos o porquê do ódio que D. Afonso Henriques nutre pelo conde Peres de Trava, amante da mãe.
Nisto tudo, um homem tem um papel fundamental, alguém que todos menosprezam, alguém que aparentemente nada valia: D. Bibas, o Bobo da corte.
Em O Bobo as personagens históricas são relegadas para segundo plano e a enfâse é colocada em D. Bibas. É ele quem põe em relevo a importância de valores como a lealdade e a liberdade individual (D. Bibas recusa ser “escravo” de Fernando Peres de Trava, o qual, ao longo do romance, é objeto principal das suas graças). É, aliás, sintomático que Herculano sinta a necessidade de sublinhar que “A história não conheceu D. Bibas” (Herculano 1992b:178). É através das ações deste último, principalmente quando facilita a fuga dos aliados de Afonso Henriques pela passagem subterrânea que só ele conhece (Herculano 1992b:137-38), que o leitor é convidado a refletir sobre o papel que pode vir a desempenhar na História do seu país. A importância dada a D. Bibas não impede, no entanto, que Herculano pinte em detalhe a época em que os acontecimentos narrados tiveram lugar, mas antes facilita ao leitor o contato com a História.

terça-feira, 22 de março de 2016

Sem titulo

Preciso sair. Está na hora de ver o sol se pondo.
Quero sentar la, no meu lugar de sempre, sozinha.
Quero me revestir de sol, antes que ele va embora. Pra poder passar a noite,