domingo, 21 de agosto de 2016

Se você reclama da carranca de alguém pode estar certo; os maus espíritos é que enxergam carranca!

Sabe o que é felicidade?
Nem eu.
Não sei definir isso!
Mas tem coisa que nos deixa felizes e que talvez nem possamos entender a causa.
Tem felicidade que faz pular e outras... Ah! Outras são tão singelas que nos fazem querer nos esconder!
Essas que a gente quer ficar quietinho, que são as verdadeiras alegrias da vida, essas..
Tão pequeninas que faz água passar pela garganta, e deixa a gente besta de ficar feliz por tão pouquinho!
Mistérios da felicidade!
Mistérios das tristezas!
Mistérios do amor!
Mistérios da vida!
Vontade de gritar e ao mesmo tempo vontade de calar!
Mas de qualquer forma; vontade de agradecer pelo carinho!
O coração pula de alegria!

*Quem anda com bons espíritos sente de longe quando os maus estão chegando por perto. Plenitude nunca é enganada. 



Sol

E vem o Sol, pela manhã,depois da tempestade!Depois do choro da angústia e tristeza! Não há mais lágrimas e a sobriedade nos vence!Pra que foi mesmo tanto pranto?Estava triste por uma ilusão ou sonho... Tudo em vão! A vida continua.Os olhos inchados... Mas sente-se linda com olhar mais altivo! Olhos felizes agora! O rosto que ontem estava cansado parece mais jovem! A vida que se esvaiu aparece de volta e muito mais revigorada! A dor era ontem,  hoje é esperança! O amor perdido foi ontem, hoje é esquecido.Nem vale tanto o poema do encanto!Nem foram tão felizes assim suas lembranças!Se foram tristes e remoídas, esqueça! Nem vale a letra!O que tem no hoje é esperança! Juventude! Formosura! Tudo na alma!Pra ter força e achar o que valha! É só esperar! Guarde seu amor pra quem o mereça!Está vindo! Ouça! O som dos seus passos!



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Caminhar para criar


E aqueles que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música tocando. Friedrich Nietzsche

Muita coisa pra fazer ainda. Mas é hora do almoço!
Andar, caminhar, criar.
Julia Cameron, em seu livro sobre desenvolvimento da criatividade, nos dá a receita pra resolver problemas; caminhar.
Ao caminhar, segundo ela, você pensa melhor. E é uma forma de olhar os problemas por outro ângulo.
Ela nos conduz, através de um programa diário de caminhada, à reflexão do prazer que podemos encontrar no caminho por que passamos.
Vamos unir o útil ao agradável. Caminhar também gasta calorias!!!
Portanto, vou poder comer um tiquinho a mais.

Bom apetite!!!

Caminhar para criar


E aqueles que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música tocando. Friedrich Nietzsche

Muita coisa pra fazer ainda. Mas é hora do almoço!
Andar, caminhar, criar.
Julia Cameron, em seu livro sobre desenvolvimento da criatividade, nos dá a receita pra resolver problemas; caminhar.
Ao caminhar, segundo ela, você pensa melhor. E é uma forma de olhar os problemas por outro ângulo.
Ela nos conduz, através de um programa diário de caminhada, à reflexão do prazer que podemos encontrar no caminho por que passamos.
Vamos unir o útil ao agradável. Caminhar também gasta calorias!!!
Portanto, vou poder comer um tiquinho a mais.
Bom apetite!!!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Sonhos,
Você chega tão sutil,
Iinvade minh'alma.
Me faz voar.
Encantamentos
Sopra palavras ao vento
Me faz voltar
Seus braços agora são ninhos.
Seguros. Puros.
Me faz ficar. 
Iza Sol


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Sonhos,
Você chega tão sutil,
Iinvade minh'alma.
Me faz voar.
Encantamentos
Sopra palavras ao vento
Me faz voltar
Seus braços agora são ninhos.
Seguros. Puros.
Me faz ficar. 
Iza Sol
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Sonhos,
Você chega tão sutil,
Invade minh'alma.
Me faz voar.
Encantamentos.
Sopra palavras ao vento,
Me faz voltar.
Seus braços.
Agora são ninhos.
Seguros. Puros.
Me faz ficar. 
Iza Sol


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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Adoro esse barulho do vento nas folhagens!
Até parece setembro! O vento seco e frio, (não gelado)! Gostoso e refrescante! Sem nuvens no céu. O chuvisco talvez venha mais tarde.
As folhas secas todas num canto só.
Adoro passear nesse bosque. Sentar no banco adiante. Olhar pro horizonte e pensar na vida..
Boa ideia de alguém soltar seus pés e virá-lo de costas pro caminho.
Tem assuntos que a gente evita conversar eté dentro de si mesmo. Problema insolúvel. O medo de perder é tanto, que a gente quer se proteger de sentir o que está sentindo pra não sentir de novo o que já sentiu e sofreu antes.
É impotência. O pior dos sentimentos.Saber que nada do que você fizer ou disser vai fazer qualquer efeito no outro e ainda pode piorar.E eu que já perdi alguém num acidente, senti impotência de não ter voltado no tempo e impedido. Agora me confronto exatamente com isso; sei no que vai dar e queria impedir. Ironia. Como fazer? Como ajudar? O fato é; queira ou não já perdi. Perdi de mim, dele e da circunstância.
Minha índole é me jogar de cabeça e tentar impedir.
E eu sei que é isso que vou fazer. E eu vou sair perdendo. A pessoa vai me odiar. Não terei qualquer chance com ela no futuro. Precisarei ser sua projeção que ele enfrentará no pior combate de sua existência. E no final ele me vence. E eu sumo. Grande! Terei que ama-lo muito pra fazer isso! Porque amando pouco eu nem ligo. Desisto. Porque serei ofendida de graça. Mas terei que voltar, como se não tivesse amor próprio e enfrentá-lo com a mais voraz das fúrias.  E desafiá-lo! E deixá-lo com muito ódio de mim. Serei sua inimiga mortal e travaremos o mais árduo duelo. E tudo acaba. E ele estará pronto pra amar a primeira mulher e ser feliz.
E eu vou fazer isso! É difícil. Não sei se consigo.
E pra ele não me deletar?.Eis a questão. Se eu começar e não terminar o plano fracassa. E ele pode morrer.
Porque no meio da crise é pior deixar a pessoa sozinha. Ele perderá todos os vínculos e pode querer se matar! Lidar com vidas é algo muito tênue. Eu teria que ter plena certeza de que ele aguenta.Não dá pra fazer sozinha. Vou só ama-lo.Enquanto ele estiver aqui.Só aceitarei. Não tem jeito.





sábado, 23 de julho de 2016

Seria trágico se não fosse cômico!

Rir ou chorar?
Seria muito engraçado se não fosse trágico!
Tudo começa e termina com essa frase.
É o resumo da ópera. Se parar pra analisar fica tudo muito engraçado!
Com o desfecho de uma saudade e lembrança do que nunca existiu.
Não poderia ser uma cacetada e tanto na cabeça! Já que nem fonte de inspiração estava sendo.
Que bom! 
Ainda dá tempo de rir de tudo e ficar por isso mesmo!
Ele poderia não ser tão centrado e a coisa ir pra um lado ruim.
Eu andando pela manha e pensando nisso.
Desculpe mas vou rir. E é essa a diferença que eu disse, desde o início.O sol está tão lindo hoje! Está fresco e lindo! Vou sentar no banquinho ali da frente. E ficar olhando o horizonte.
Quem sabe ele acorde pra minha fantasia e resolva vir ao meu encontro de verdade? Pra se vingar de mim! Ah Se tiver coragem! E eu esperando sentada. Desculpe, por enquanto eu vou rir.

Seria trágico se não fosse cômico!

Rir ou chorar?
Seria muito engraçado se não fosse trágico!
Tudo começa e termina com essa frase.
É o resumo da ópera. Se parar pra analisar fica tudo muito engraçado!
Com o desfecho de uma saudade e lembrança do que nunca existiu.
Não poderia ser uma cacetada e tanto na cabeça! Já que nem fonte de inspiração estava sendo.
Que bom! Que bom que ele pôde me tirar da minha fantasia. Poderia ser uma tragédia no futuro Ao invés de ser comédia.
Ainda dá tempo de rir de tudo e ficar por isso mesmo!
Ele poderia não ser tão centrado e a coisa ir pra um lado ruim.
Eu andando pela manha e pensando nisso.
Não vai dar pra chorar. Desculpe mas vou rir. E é essa a diferença que eu disse a ele desde o início.O sol está tão lindo hoje! Está fresco e lindo! Vou sentar no banquinho ali da frente. E ficar olhando o horizonte.
Quem sabe ele acorde pra minha fantasia e resolva vir ao meu encontro de verdade? Pra se vingar de mim!
Pra me ferir ao vivo? E eu esperando sentada.

Cheque mate! Você venceu!


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Cadê Harum?

 Estava andando meio cabisbaixa. Sem forças. Harum sumiu. No twitter eu pareci meio transloucada! E foi quando percebi que estava falando com as paredes.

Quem era Harum? Homem ou mulher? O que queria com aquelas palavras? Seriam reais? Eram apenas desabafo?

Calma. Ele era Emad Harum do Egito, mas se dizia árabe, talvez linguagem, sei lá . E não estava no Egito. E não me fez ler o Corão com panos na cabeça.

Ele simplesmente disse que morreria na Siria. Que havia sido chamado finalmente.

Continuo caminhando e pensando sobre tudo e como elaborar esse texto. 

Ao reler meus posts no twitter eu mesma me arrependo de ser insistente com minha falas. 

Mas como aceitar essa frase; "Vou morrer na Siria, chegou minha hora. Se não for agora logo vem, pois não demora. Melhor morrer com honra do que por uma maldição.  humanidade já está perdida, logo vem o mal e todos perecerão! Melhor morrer agora, com honra do que por inanição! Agradar o Deus de Todos. !"

Avisa, corre! As viúvas aumentaram e estão todas aborrecidas! Vá, avisa; 70 homens cairão a cada viúva injustiçada e orfã que for ferida. As feridas no coração serão desmanchadas por mãos divinas, mas antes seus olhos pra nunca mais se ver vencida.

Copiei mais ou menos os trechos que ele me mandou antes de ir.

Chorei por Harum por um tempo. Era amigo do G plus, estava no face, e no twitter. Sumiu. Foi ele que mostrou que havia um rio de sangue jorrando na Siria... Em 2010...




Na caminhada


Descendo à minha insignificância. Somos muito hipócritas Ainda não mudou nada na sociedade.
As pessoas ainda correrão atrás de dinheiro amanhã, como naqueles filmes pastelões como quando alguém diz ;"ouro!"- "onde? - e lá se vão numa corrida desenfreada.
Não os culpo.
 Aos 32 anos o Claudio S., já era um burocrata com seus reconhecimentos de homem bem sucedido. Morava numa casa enorme e tinha uma linda esposa.
Os jovens hoje não tem a mesma chance. A concorrência é bem maior.. Tudo bem que o Claudio S já era gordo, barrigudo e careca. Melhorou muito depois que resolveu mudar sua dieta e sua vida.
Trocou sua linda esposa por outra burocrata que o fez acordar pra vida. Foi dele que ouvi pela primeira vez a frase; ninguém é de ninguém. Na verdade ouvi dela. Durante seu desabafo contando como terminara seu casamento com ele. Tive pena de minha amiga burocrata. Mas fui dirigindo pra casa naquele dia com a frase ecoando na cabeça. Eu tinha 25 anos e estava no meio o fogo cruzado.
Na minha idade já me considerava também bem sucedida, mas sofria as repressões das outras mulheres inseguras com os seus maridos. Elas viviam me arranjando namorados e apresentando homens pra eu casar.
Todos viraram bons amigos até hoje. Na verdade me apaixonei muito pouco. Acho que de verdade só uma vez. Sei lá.

Na caminhada



Descendo à minha insignificância. Somos muito hipócritas Ainda não mudou nada na sociedade.
As pessoas ainda correrão atrás de dinheiro amanhã, como naqueles filmes pastelões como quando alguém diz ;"ouro!"- "onde? - e lá se vão numa corrida desenfreada.
Não as culpo.
 Aos 32 anos o Claudio S., já era um burocrata com seus reconhecimentos de homem bem sucedido. Morava numa casa enorme e tinha uma linda esposa.
Os jovens hoje não tem a mesma chance. A concorrência é bem maior.. Tudo bem que o Claudio S já era gordo, barrigudo e careca. Melhorou muito depois que resolveu mudar sua dieta e sua vida.
Trocou sua linda esposa por outra burocrata que o fez acordar pra vida. Foi dele que ouvi pela primeira vez a frase; ninguém é de ninguém. Na verdade ouvi dela. Durante seu desabafo contando como terminara seu casamento com ele. Tive pena de minha amiga burocrata. Mas fui dirigindo pra casa naquele dia com a frase ecoando na cabeça. Eu tinha 25 anos e estava no meio o fogo cruzado.
Na minha idade já me considerava também bem sucedida, mas sofria as repressões das outras mulheres inseguras com os seus maridos. Elas viviam me arranjando namorados e apresentando homens pra eu casar. Me apaixonei muito pouco. Acho que de verdade só uma vez. Sei lá.

Dança comigo?

É claro que estou só. E me sinto só. 
Mas isso me dá sensação de integridade Estou inteira. Dá-me poder. 
Caminhar sozinha. Eis um desafio. Olho à minha volta. Parece que as pessoas têm necessidade de estarem juntas.
Vejo várias duplas e trios, caminhando juntos. Um grupo mais à frente... Um jovem corredor passa sozinho por mim. (O único que vi sozinho)
Vou sentindo as sensações que a estação do ano deixa no ar. O ar seco, folhas caindo Cheiro de poeira.
A grama está mais seca. O sol mais fraco.

Cantarolo minha música preferida.  O meu pensamento vagueia. Lembro-me das últimas ilusões às quais venho me entregando ultimamente. Vem uma pequena onda de preocupação de estar invadindo o mundo de alguém. Ao mesmo tempo em que gostaria que fosse real, temo a realidade. Queria que tudo fosse como lá, na ilusão; completa felicidade e um relacionamento perfeito, sem ciúmes, com muita paixão, com muita vontade. Não sei muito dele. E é isso que me faz ser só metade. Não somos amigos. Penso que tem sempre algo em mim que não se entrega total. Nem é capaz de fazer a loucura de conhecê-lo de verdade. Traria muitas complicações. Já pensei sobre isso. Ele sabe aonde não vamos. E eu sei também. Delineados os nossos espaços, ocupamos todos os limites onde podemos alcançar. Dançamos dentro de nosso mundinho.

terça-feira, 12 de julho de 2016

So sorry, baby!!!

Não tenho nenhuma pretensão de ir para o céu. Só não acho que a pessoa pensou duas vezes quando está afim de "pecar". (vou brincar com essa palavra)
 Amadores!
" The day after", você não precisa vivê-lo pra imaginá-lo. Então, se a pessoa não está sob efeito de qualquer droga, duvido que ela queira fazer algo que se arrependa depois. Tente me convencer.
Minha consciência limpa vale ouro!
Vou observá-lo ao longe. SE os seus atos te fizerem feliz, beleza. Vou te dar os parabéns. Do contrário, "so sorry baby" não hesitarei em dizer; Eu te disse mas você não quis acreditar!


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Insight

Hora do almoço.
Momento em que a gente larga tudo o que está fazendo e corre pra mesa.
É agradavel sim conversar sobre nossas coisinhas, eu e minha filha.
Contamos sobre o que vimos, sobre o livro que estamos lendo.
"Dostoiévski tem bastante paginas porque os nomes são extensos"  e gente! Ele os repete inteiro!
Damos um apelido e continua-se a leitura. É fluente e agradável Só não gosto de ler no computador. Já encomendamos na livraria, mas parece que está em falta mesmo.
Rimos sobre esse tipo de insight, ela me conta sobre a mãe da personagem do livro que ela lê, e vem a surpresa; "Nossa! Elas não têm o diálogo que temos! Você me fala coisas muito mais legais que a mãe da personagem! Vou escrever um livro sobre nós! Sobre você!
Rimos muito! O livro vai ser sensurado!!!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Par ou impar?

É hábito. Estaciono de ré.
Estava no estacionamento do shopping e vinha um carro logo atrás, sinalizei que iria entrar na vaga à direita , dei uma paradinha deixando espaço para me ultrapassar, mas não o fez. Abri à esquerda e ele ia entrando na vaga. Fui rápida e o impedi de entrar dando ré junto. Botei minha mão pra fora (o  vidro estava aberto, pois temos que pegar o ticket), e gritei;
- Par!
Ele riu e deu ré.
Somos amigos agora.

Eu tenho dessas histórias na vida. Que quando conto parecem piadas. Coisas de quem já viveu meio século. 

domingo, 19 de junho de 2016

Só o efeito do vinho pra nos tirar todas as proteções.
Falar de si próprio requer muita coragem. Só sbaemos falar bem de nos pro´rios não dos outros.
Não somos a mesma pssoas todos os dias Sequer sabemos controlar nossos pensamentos e sentimentos.
No maximo, podemos fugir de uma dor. Nos proteger das dores consequentes do erro. Mas insistimos em errar.
Caminho observando tudo como se estivesse em camera lenta. Consiigo ver onde meu passo vai tropeçar, mesmo assim não tenho controle sobre isso. Tropeço.
Temos uma dor que nao interessa a ninguém. Só os poetas e grandes homens chamam atenção para essas dores de alma.
Alivia chorar Aliivia falar de dor Mas não alivia que as pessoas saibam de nossas dores

quarta-feira, 8 de junho de 2016

trabalhar em home office me fez ficar muito entediada! Por conta dos horários.  Me ví presa dentro da minha própria casa. Mesmo pra fazer supermercado eu tenho que verificar meus intervalos e ter o tempo cronometrado. Agora já tenho os dias reservados pra isso! Ai, ai!
Ainda bem que não tenho depressão! 
Mas é terrivel isso! Já pensou se a gente tivesse um problema no mundo e não pudesse mais sair de casa?
O mundo moderno nos faz ser meio estranhos... eu ainda conheço meus vizinhos! É que estou de síndica e preciso recepcionar os condôminos novos! Mas tem tempos que não conheço os vizinhos novos! Está terminando meu mandato e talvez eu nem veja mais ninguém.
Tenho trabalho por proximos 5 anos! M\uitos abstracts, muita leitura e muito a conversar com alunos!
Mas é tudo on line e sei que eles detestam mais ainda... Ossos do ofício! 
Uns são animados, mas outros parecem muito em dúvida se querem ou não a profissão escolhida!
Ainda bem que médico não precisa fazer TCC!
Pelo menos, eu não gostaria de acopanhar nenhum médico... A qualidade do ensino me preocupa! 
Poucos têm coragem de se imporem! Por incrível que pareça, os mais chatos sempre são os mais criativos! E não significa que são os mais reinvindicadores ou que erguam qualquer bandeira revolucionária! Mas eu acabo por admirar o trabalho competente de alguns formandos! 
Gosto de me surpreender!  
Parece que vivo num bunker da mesmice e quando acontece de alguns me despertam a vontade de tomar um longo chá, numa tarde qualquer de fim de inverno, numa montanha da Chapada, com direito a toalhas de mesas esvoaçantes e chapeus que escapam das cabeças... Fico realmente muito estasiada!  Parece que já vivi um cenario assim, e vou prestando atenção na teoria interessante!
Ops! Fugi! Mas é gostoso o assunto.
O violino me faz isso também; me faz ir lá fora! Num lugar alto, fresco e com um vento suave....  No Mirante Na Chapada dos Guimarães!  
O instrutor de violino também dá aulas on line.




quinta-feira, 2 de junho de 2016

Metalinguisticamente, meu sonho é estar no meu sonho. Realizá-lo é sonhar com o que me faz feliz nele. É o único lugar onde a perfeição dos relacionamentos existe. É o único lugar onde, mesmo eu estando no controle de tudo, ainda me surpreendo.
Iza Araujo

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Empirismo

Tenho palpitações e a vista escurece.
Antes achava que era falta de alguma vitamina.
Ou nervosismo.
Estou testando. Sempre que acontecem, eu recebo uma visita  em meus sonhos.
Parece muito real apesar de nublado.
É uma sensaçao boa de cura total.
Na verdade não sei ainda se é bom ou ruim, ou se fico à beira da morte.
Se tem a ver com morte ou vida.
Mas é um sentimento bom. De proteção talvez. De amor e de ternura.
Me sinto bem para outros dias a minha frente. Rio à toa. Qualquer problema parece ser tão idiota!
Essa paz que eu sinto preciso transmitir pra outrass pessoas. Quero fazer como é feito comigo. Paz e força e coragem.
Estou escrevendo e sentindo palpitações.
Estou provocando pra enfrentar sozinha. Meu braço esquerdo está dormente. Como se estivesse à beira de um ataque do coração.
Se me levantar daqui agora eu desmaio, talvez, não sei..Mas com certeza passarei mal de me levantar rápido.
Espero sonhar outra vez.

É muito bom.


terça-feira, 31 de maio de 2016

Questão de esclarecimento

Ia pelo corredor recapitulando as minhas últimas palavras ao me despedir.
Estratégico falar isso e não ficar pra ouvir a opinião deles.
Mas estava entre a alma lavada e uma angústia da dúvida de ter sido esclarecedor.
Eles estavam tensos e quando eu cheguei, atrasada lógico,( fiz de tudo pra ir.) estavam com cara de assutados.
Eles fecharam a esplanação e abriram pra o debate.Nem esperaram ninguém falar já estavam encerrando. Não me contive e me pronunciei.
A favor da mesa, claro, me dirigindo aos presentes.
Notei uma mulher saindo enquanto falava, explicando sobre a conjuntura e contextualizando e dando suporte ao que tinham dito, em outras palavras. Ví que a mulher entrou novamente. Fechamos a discussão. Hora de assinar a ata. A mulher veio me fazer perguntas sobre o espaço fisico. Expliquei que não era dali. Fiquei na fila conversando com um senhor contando sobre seu filho usar celular, Falava baixo e tinha um burburinho. Assenti com a cabeça sorrindo. Me chamaram atenção para a conversa que seguia, assinei a ata. Parei pra responder, e essas foram minhas últimas palavras; Nota-se que a Democracia caminha sempre em direção à igualdade social e em algum ponto sempre que há um lado se sentindo desfavorecido se promove uma revolução. Mas em síntese a Democracia favorece mesmo é uma evolução politica.
Alguém concordou dizendo; É uma evolução para uma Democracia mais eficiente.
- Não pra uma Democracia. Ela evolui pra algo maior, mais abrangente socialmente, para o Socialismo e/ou Comunismo.
Silencio total. Saí.
Ao encontrar minha filha ela questionou sobre a experiência.
Eu me mostrei um pouco apreeensiva, pois não continuei na sala depois da minha afirmação.
Ela disse;
Uai! Amanhã você vai poder notar isso. Mas você aguenta Você é forte. Disse rindo e foi ter com sua amia que chegara.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

"O alerta de Noam Chomsky é direcionado para a sociedade norte-americana, mas muito do que ele diz serve também para nós brasileiros, visto que a elite tupiniquim replica exatamente as mesmas estratégias da plutocracia norte-americana.
Soa até irônico ver um documentário estrangeiro, gravado em 2015, citar passo a passo a estratégia utilizada pela grande mídia (leia-se Rede Globo) e oposição (leia-se PSDB) para derrubar o governo da presidenta Dilma Rousseff.
Devido aos últimos acontecimentos, Requiem for the American Dream é um documentário que todo brasileiro deveria assistir. Fica a dica."

Carlos Eduardo, editor de O Cafezinho, sobre o documentário Requiem for the American Dream, no qual, com uma série de entrevistas com um dos maiores intelectuais vivos, Noam Chomsky, questiona a concentração de riquezas por um grupo seleto de pessoas, revisitando o ideal do American Dream. Durante quatro anos de conversas, Chomsky faz um panorama histórico e político da desigualdade que destina a favorecer os mais ricos em detrimento da maioria.

Por que somos espantalhos do amor, quando saciá-lo nos curará mais rápido?


Então
fugimos
diariamente
de nó smesmos
querendo
parecer
indiferentes
Ninguém te conhece como eu.
Somos um
Uma só alma
Um só desejo
Um só sonho
Sim
é amor
faz rir
chorar
abraçar
descontrolar
querer beijar rolar tocar cheirar mas a dor talvez seja maior que o prazer de amar e ser feliz

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Ser liberdade, ser mulher

- Por que está a rir e a cantar meu belo ser? Perguntou o andarilho, detendo-se a minha frente.
- Ora, não vês? Aprisionei a mulher mais encantadora que já se viu! - Tentei apontá-la, mas ela não parava em lugar algum. Sempre dançando e cantando, seus longos cabelos e o véu de sua roupa nos tocava de tempos em tempos.
- Ah! A Liberdade! E como conseguiu tal feito? – indagou.
- Eu a via passando, quando observava pela fresta de minha porta. Agarrei-a pelos cabelos e agora ela está aqui, sempre rodopiando ao meu redor.
- Hum! Interessante! - Disse ele, cruzando os braços, mas segurando o queixo com uma das mãos, olhou-me de cima a baixo. - E essas correntes nos seus pés o levam pra onde?
- Hã? Quais? – E fui seguindo as correntes que me levaram direto pra minha porta, entrei.
- Fique mais um tempo aí!,-Gritou o andarilho -  Fique, até se livrar desses grilhões, pobre ser. Os tolos e cegos também pensam possuir a Liberdade! Sentiste o gostinho? Em breve estarás com ela de verdade! Adeus! – E se foi rindo de minha tolice.

Iza Sol


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Vida de estudante

Mas eu trabalhava e muito. Já passei 3 dias sem dormir com tantos compromissos pra cumprir. Geralmente trabalhos e provas da Universidade. 
O que tornava fácil era meu interesse em cada coisa que fazia.
Na época não tinha Google pra facilitar a vida, não. Nem pra atrapalhar.
Mas o frio me ajudava. Era gostoso no final de semana passar o dia na cama. Naquela época eu acho que era a única que mantinha a lojinha de comida congelada na galeria embaixo do meu prédio.
Depois que comprei fogão, não demorou, a loja fechou. 
No inverno era só correr pra cozinha programar o micro ondas, jogar o congelado lá, correr pra cama de volta, e ler. `Na hora de comer, era só mais 30 segundos.
Tomar leite quente com chocolate na cama. Delicioso! Me lembro que li os compêndios da Teoria da Personalidade numa sentada, ou melhor, numa deitada. Freud eu quis ler tudo em outro final de semana.
Aquilo é que era imersão. Depois ficavam mais fáceis as consultas aos livros.
Me lembro que tinha que desligar meu interfone. 
Meu prédio era no "Point" da cidade e ficava muito fácil alguém me interfonar pras bagunças.
O porteiro avisava que eu estava ocupada. 
Mas sempre era surpreendida com alguém já na minha porta.
Isso me deixava alerta e meio pronta pra sair.
Nesse momento sentia meu apartamento como um cofrinho, trancava e saia. Por obrigação social, às vezes. Não tinha como dizer não. Se eu não fosse, a bagunça seria no meu apartamento. Morava sozinha e achava muito bom. República só a dos outros. Não era pra mim. Eu trabalhava e me dava a esse luxo. (Trabalhei no BB Umuarama-PR Centro de Processamento de Dados das 17;00 às 23;00) 
Mas era bom fazer rodinha nos barezinhos e tocar violão, ou resolver os problemas sociais do mundo. (Nas horas vagas, lógico).




As faces da maturidade

Eu fiz Psicologia por três anos. E vários foram os motivos de não ter terminado o curso. Mas um dos maiores foi por uma discussão sobre ética. Fomos barradas numa pesquisa de campo, pra monografia.
Era um assunto complexo e a professora da cadeira, filha do dono da Universidade não aceitou que fosse tratado. Nos deparamos com a real impotência diante da instituição. Eles realmente fazem vistas grossas aos problemas sociais. Mas já passou. Nesses 25 anos eu vi apenas se agravar o problema detectado lá atrás. Enfim "não vem ao caso" O que posso fazer, pelo menos na minha vida pessoal e ao meu redor, eu faço.
Mas o assunto principal é um garotinho.
Um menino que tive contato num abrigo de pessoas abandonadas. Ele tinha Síndrome de Down.
O abrigo era mantido pelo Lions e Rotary. Era bem organizado. E só.
Enfim o garotinho era uma graça. Convivi alguns meses com ele. Sempre que podia, mesmo fora de minha agenda do curso eu ia vê-lo.
No início eu era cheia de dedos e estratégias. Mas logo ele me deixou à vontade. Era ótimo anfitrião. Tinha, às vezes, o comportamento de um Lord Inglês, e às vezes era traquinas. Adorava me pregar peças pra me ver rindo. Fingia ser atrapalhado. Brincávamos de tudo e ele me ensinou a jogar Master Mind. Quando chegava a hora de ir embora, ele me abraçava e me consolava. Segurava meu rosto com as duas mãozinhas, olhava bem nos meus olhos e dizia;
- Não fique triste, viu? Amanhã você volta, a gente brinca mais.
Aí eu falava que não poderia ir ele já negociava outra data.
Ele tinha pena de mim. E fazia tudo pra me alegrar.
As meninas do abrigo o amavam.
Mas se houve alguém que eu conheci que era bem resolvido na vida, foi aquele menino.
Eu aprendi muito com ele.


As primeiras viagens

Eu  tinha 10 anos quando li as aventuras de Huckeleberry Finn. Peguei o livro emprestado de minha amiga Lila, o pai dela era alemão e havia lutado na guerra e gostava de contar a historia e mostrar a bala que estava atravessada na perna dele. Mantinha uma vasta biblioteca num quarto entre a sala de estar e a parte reservada para os quartos de dormir. Não abria muito aquela porta, mas quando foi pegar uma foto que ilustrava sua história eu fiquei vitrificada, estática, imóvel ao notar a quantidade de livros que ele tinha lá. Alguns empilhados e desorganizados, mas os da estante estavam todos muito alinhados.Quando o pai da Lila me contou sobre o Huck, eu não vi a hora de começar a ler.
Fazia bem rápido as tarefas de casa e da escola e corria pro quarto.
Era São Paulo. Seis filhos dentro de uma casa. Não brincávamos na rua. Não era seguro. Adorava viajar nas aventuras dos livros. Eu degustava cada palavrinha e queria estar naquele lugar descrito.
Amei.
Fui logo de volta lá devolver o livro. O pai dela me perguntou sobre algumas partes que ele não lembrava mais, eu fui refrescando sua memória. Ele ria e dizia; ”Verdade!, Já não me lembrava disso” E sorriu. Ficou sorrindo enquanto eu contava igual a uma matraca. E eu falava do amiguinho do Huck, o Tom, que era tão aventureiro quanto. Foi quando ele se levantou, foi até a estante e pegou um livro e me entregou Era o livro do Tom Sawyer. Eu vibrei quando ele disse que tinha todas as aventuras do autor e que eu poderia ficar à vontade pra le-los.
A Lila me havia dito que o pai tinha ciúmes da biblioteca dele.Não previa que seria tão mão aberta pra mim. Ela também começou a ler os livros e a gente conversava sobre os capítulos. Vários, dentre eles, O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dunas, os clássicos de nossa literatura, de José Alencar a Machado de Assis. Nunca mais parei de ler.
Um dos livros gostosos foi “Sem família” de Hector Malot, mas o que mais me identifiquei, e fatalmente incorporei na minha personalidade foi o espírito aventureiro dos dois meninos de Mark Twain.


Vejo flores em voce

O ceú está nublado hoje.
Está vermelho
Sinal de que o frio está chegando.
Podia chover pra regar meu jardim.
As folhas da amoreira cairam. Ao brotarem darão frutos.
A vida é assim. Se a gente nao regar não dá fruto.
Pessoas precisam ser cuidadas, regadas. São como árvores.
Precisam saber que alguém se importa com elas.


terça-feira, 17 de maio de 2016

Chato ter razão

Inventamos um jogo, eu e minha filha.
Foi depois de uma época em que tivemos que tomar decisões extremas.Não vem ao caso aqui o que seria, talvez depois eu fale sobre isso. Mas deveríamos confiar em uma pessoa pra fazer algo e teríamos que dar anuência, além de convencer outras pessoas em aceitá-la.
Começamos a imaginar o que poderia acontecer.
Ela se mostrou totalmente aberta. Estava tão ansiosa em nos convencer de que seria a pessoa ideal para a enpreitada!.Era toda sorrisos e carinho.
Traçamos o perfil da pessoa. Verificamos os prós e contras.
Eu fui fazendos traços da personalidade dela.
Dividimos em duas atitudes possíveis, uma favorável e outra desfavorável..
A desfavorável ganhou por diversos fatores.
Mas, era uma situação em que tínhamos que arriscar.
Como sou pessimista apostei na atitude negativa. O que vier diferente é lucro.
Minha filha ficou com a que sobrou, a atitude positiva.
Feito.
Uma semana depois meu advogado me liga.
Ao desligar o telefone só olhei pra minha filha e ela entendeu.
Ela fez. Ela fez o que uma pessoa com decência, amor ao próximo, coerência, humana, caráter não faria. Ela fez. Minha filha  disse;
- Voce tinha razão.
Depois disso a gente vem brincando com fatos do dia a dia. E tudo parece estar virado ao avesso. E as pessoas ficaram muito previsíveis. Tem um lado difícil  de ser feito, mas que é bom, elas preferem o mais fácil, que é o errado, o mal.
E de tanto fazermos essa análise, de vez em quando ela diz; Ai! Tá muito chato ter sempre razão.
Ai a gente ri e diz juntas; "Deus sabe que eu não queria ter razão, eu queria era ser feliz. Melhor fechar os olhos outra vez."

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Ninguém é de ninguém

Talvez eu tenha assustado minha filha quando me declarei preocupada com o que estava por vir
Era hora de avisá-la. Falei em tom solene e acho que ela nunca me vira com esse ar, a não ser pela morte de seu pai
Imagino como ela deva ter ficado ao ouvir;
- Filha, o tempo da repressão está voltando - E expliquei sobre o Zeighst político social que estava se desenhando.
Mas nos detivemos sobre o assunto; nós mulheres e a repressão.
Foi uma longa conversa, que tento resumir aqui.(foram meses atrás,)
Sempre falei sobre o assunto dos relacionamentos, mas dessa vez fui mais enfática em se tratando do lado doentio.
Os homens foram criados por mães possessivas que ensinaram algumas regras bobas para seus filhos e quando eles ouvem a frase; ninguém é de ninguém, eles a incorporam, mas quando é uma mulher dizendo isso causa efeito contrário neles.
 É necessário dizer isso logo no começo do relacionamento. Essa é uma frase constataçao do fato de que ninguém pertence a ninguém. Simples assim.
As mulheres, esposas, querem fazer uso disso, mas acabam elas sendo as vítimas.
O homem incorpora a mulher à sua própria imagem e a transforma em seu espelho. Se ele for um "João Ninguém"(tiver problemas e auto estima,, e outros), fatalmente vai refletir nela sua própria imagem e verá a irmã gêmea do tal "João ninguèm" (repeti pra enfatizar mesmo). E vem daí a agressão de que tudo que ela faz é para insulta-lo ou desmoralizá-lo. Junto disso tem a mãe e irmãs, possessivas também, abrindo os olhos dele para o comportamento errado da esposa.
Óbvio que ela luta contra isso e acaba agravando o problema e os dois entram no caos do relacionamento.
Ele já não vê nela a princesa que idealizara. E ela vê apenas o homem das cavernas com quem casara.
Se, ao longo do namoro, a mulher mostra que ela tem pensamentos divergentes, que é uma pessoa inteira, tem as próprias idéias, sentimentos e tudo diferente do dele, mas que pode e quer somar e não grudar ao ponto de se tornar parasita, ele deverá entender.
É necessário que ele faça esta reflexão intima de sua auto imagem e tente mudar.
Ele precisa entender que deverá manter certa distancia  (de personalidade), pra se olharem ao longe e se amarem e se orgulharem um do outro, e que quando estão juntos, tem sim inseguranças, cada um a sua, mas a segurança que cada um tem da própria personalidade e integridade fisica, é muito maior e capaz de melhorar tudo entre os dois. Devem entender que são únicos;intelectual, mental, enfim, são duas personalidades distintas, mas que resolveram se acariciar, se ajudar, conversar, dar idéia um pro outro e fazer com que o outro cresça, dar força para resolverem os problemas do dia a dia que têm em comum, principalmente os problemas domésticos.
Problemas domésticos são os problemas mais lindos que um casal poderia ter. E ao resolvê-los merece sempre momentos de comemoração. Porque são esses pequenos problemas que jamais poderão refletir na vida social.
Então, em resumo; um casal deve conhecer e aceitar os defeitos um do outro, incentivar e mehorar suas qualidades,
Devem negociar que ouvirão um ao outro apenas E o resto do mundo vai ter de aceitá-los como casal.

O dia seguinte

Minha filha desligou todos os aparelhos, depois de por a mesa do jantar. Após conversarmos sobre alguns assuntos, olhou pra mim e disse;
- Adoro este momento. Além de saciar a fome. Mas gosto porque a gente conversa. Eu entendi  o porquê de você todo dia querer achar solução diferente pra tudo e virar tudo de perna pro ar, no sentido figurado, claro!
- Também amo sua companhia, minha filha.
- E ultimamente estou entendendo também que pra você deve ser tudo muito enfadonho. E você fica procurando coisas novas e surpreendendo a gente. Mas não te vejo confusa ou coisa parecida. Você tem constância e coerência. Preocupada eu fico quando você para. - E riu.
- Por que você tá falando disso?
- É que você se ocupa e sinto sua falta. Mas nem é esse o problema. Aliás, não é problema. Mas eu “tô” com saudade da sua atenção.
Levantei dei a volta na mesa e a abracei. São as tensões do dia a dia. E eu sabia o que a afligia. No outro dia teria uma prova de concurso. Nunca cobrei que estudasse, não coloquei nela nenhuma expectativa, inclusive dizia apenas que era difícil e ela não deveria se preocupar. Mesmo quem estuda muito, tem dificuldades. Não devemos achar nunca que perdemos tempo estudando, mas não devemos colocar todas as nossas fichas nesses momentos. Era só sua primeira prova, serviria pra reconhecimento de área. Os próximos serão mais fáceis. Pra esses momentos de tensão, apenas o consolo. Tentar dar o máximo de si, mas não se martirizar se o máximo aparecer com baixo escore. Escores não querem dizer nada. O que vai fazer diferença é como superar o dia seguinte. (A qualquer fato) Sempre. Na vida. O que você é no dia seguinte é o que determina seu caráter e mostra quem você realmente é.
Mas a frase dela que me deixou com a sensação de missão cumprida foi;
- Mãe, te entendo. É chato ter sempre razão, né? É chato saber o próximo passo que as pessoas vão dar, como no jogo de xadrez. Desculpe por eu obrigar você a me aceitar chatinha. Você até queria uma adolescente problemática pra cuidar, mas não deu. Sou estável. Ainda não cheguei ao seu nível de chateação. Eu não concordo com meus colegas e amigos, mas eu ainda estou aturando-os.  E pior; eu te entendo e te admiro quando você faz loucuras. Te adoro!

Choramos.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Muito teen

- Manhê, tenho uma coisa pra te contar!!! 
- Hum!
- Sabe aquela amiga que você dá carona de vez em quando?
- Humhum!
- Sabe o que é..
- Diga!
- Maezinha linda! É que a gente vai ao cinema no sábado à tarde e eu preciso levar o cartão e...
- Quê?
- Tá. O cartão de débito...  E só vou gastar um pouquinho! 
-  Cof cof
- Tá. É só um filminho.. meia entrada..
- /"suspiro"
- Que tal você vir com a gente?
- Hum hum.
- Tá,é um filminho e pipoca Combo Amigo Uns 30 reais.Tem ai?
-  Que filme?
- Guerra Civil, com Robert Donwey Junior e...
- Jura? Que horas? Eu pago meia hoje? Ai, Vamos!!! A gente divide pipoca Combo Plus!

sábado, 7 de maio de 2016

Mãe.

Já lecionei Inglês e Educação Física para completar minha carga horária e ficar numa escola só,  pra não ter correira.
A escolinha do Bairro Bom Jesus do ensino fundamental tinha uma sala para cada série, desde o maternal, mas não tinha quadra. Eu levava as crianças para a cidade, no ônibus escolar. Ia com a primeira turma e voltava com a última, duas vezes na semana, nos outros dias lecionava Inglês.
Logo descobri a energia que tinham aquelas crianças! E como gostavam de correr!
Eu me lembro quando a diretora me ofereceu aula de artes, ao invés de Educação Física. Me imaginei; a sala toda borrada de tinta. Eu toda pintada. Acordei.
Negociei com os outros professores as aulas de Educação Fisica, Trocamos. Eles lecionariam artes.
Nunca mais fui de salto pra escola. Os alunos quase me derrubavam.
Os primeiros dias, foram um terror, não conseguia colocá-los em ordem. Aos poucos fui adotando uma postura mais rígida.
Recebi a reclamação da outra escola sobre um aluno sempre fugindo da aula. Sondei. Peguei-o bem em cima do muro. Tirei-lhe os dois chinelos. Ele era magro, bem negro, as pernas compridas, tinha 14 anos mas era bem mais alto que eu.
- Desça daí agora! Disse firme com os dois chinelos na mão. - Ele obedeceu. - Vá para a quadra e me ajude a cuidar dos outros alunos! - Ele de cabeça baixa:
 - Tá bom! Já vou, mãe, quer dizer teacher. E ergueu as mãos pra pegar os chinelos. Pôs nos pés e saiu correndo pra quadra. Nenhum aluno do Bom Jesus tinha tênis.
De vez em quando, ao invés de professora ele me chamava de mãe. E cada vez que ele falava, mais meu coração apertava. Várias vezes chorei. Ele não tinha mãe.





Quem você quer que lute ao seu lado numa guerra?

Quem você quer que lute ao seu lado numa guerra?
Foi a pergunta que me fizeram há pouco.
Não quero ao meu lado quem eu ame. Eu o quero bem protegidinho em casa.
Sinto decepcioná-los, mas numa guerra, devemos estar preparados pra matar ou morrer. Não importa quem esteja ao seu lado, você deverá proteger.
E as pessoas ali do lado vou amá-las enquanto estiverem ali. Não importa quem sejam, Seremos um.
Seremos totalmente ligados, nos comunicaremos pelos olhos. Nos abraçaremos com braços imaginários gigantes.Teremos o mesmo plano, o mesmo foco.
Nunca estive numa guerra antes. Mas já apaguei incêndio numa floresta.Você precisa proteger os animais que encontrar pelo caminho e proteger quem está ao seu lado. Se você não souber pra que você está lá, estará tudo perdido. Deve ser a mesma coisa.
Quero ao meu lado alguém que saiba pelo que luta.

Let it be

Não serei eu a dar nenhuma notícia ruim.
Apesar de ter certeza de que coisas boas nascem depois de algo ruim.
E a reação dessa notícia pode não ter o efeito esperado.
Quando souberem já estará tudo consumado perderá o efeito cascata.
Mas sempre acontece algo no interior do nosso ser no momento em que sabemos.
Há uma explosão nuclear, ou quase. Cabe a nós mantê-la sob controle pra não alterar o meio ambiente.
O universo conspira a nosso favor e diz que mantèm sob controle o que parece o caos.
Está tudo se consumando.
Sempre que há esse tipo de agitação, pessoas se distanciam e outras se aconchegam. Quando todos os motivos que levaram ao descontrole forem atingidos, o caos entra em harmonia. Cabe a nós não resistir e flutuar passivamente aonde precisamos chegar. Podemos demorar ou sermos rápidos a depender de nossa percepção ou intuição. Seja como for, acontecerá.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Coisas assim...

Faz tempo que não vou nadar à noite.
Vou tentar.
É gostoso ohar pro céu boiando na piscina.
Na sexta feira pessoal sai cedo de lá.
Correndo pra dar tempo.

...
Quem em sã consciência tá afim de ir toda descabelada ao point da cidade jantar?
Euzinha!!!
Depois do supermercado eu e minha filha resolvemos jantar no espaço gourmet do Eduardo (Dudu)
Foi divertido.
Parecia que tínhamos saido do salão. Meu cabelo tava legal e sempre tenho sapatos no carro.
A gente saiu rindo!!!
Ai que fraude!!! Enquanto a mulherada passou a tarde toda no salão a gente vai na cara limpa e ainda posa de musa. Só não estávamos perfumadas. Mas não é de bom tom usar cheiro forte em restaurante como fazem algumas...
Ah!!! Kisses!

Estou tão leve!!Água é muito bom, mergulho, silencio, o céu! Eu sou a criança e minha filha fica chamando pra irmos embora. E eu fico; só mais um pouquinho...

Você acha que o mundo gira em torno do seu umbigo?

Claro que sim!
Do contrário pra que trabalhar com redes sociais?
Tudo de que preciso tem que estar ao alcance das minhas mãos.
Essas " tools" foram desenvolvidas pra isso; servir ao usuário.
Simples assim.
Meu computador é quase meu companheiro fiel. Sabe analisar meus traços psicologicos e individuais como nenhum outro amigo ou psicologo.
Tudo de que gosto e que me atrai de alguma forma, aparece em posts ou se mostra a mim de alguma forma.
Tento alterar meus gostos e modo de pensar todos os dias, pra conseguir coisas variadas do sistema.
Se peço ajuda sobre como usar uma ferramenta, geralmente aparece a resposta.
Mágica!!!
Adoro o mundo girando em torno do meu umbigo!

quinta-feira, 5 de maio de 2016


Outras vezes

O Chico deve ter se arrependido do dia em que me convidou. Porque eu dei  sugestão, hein !!!
Depois da primeira vez que vi a captura de abelhas, fui  em várias outras. Ele agradeceu muito minha coragem e pela ajuda. É um trabalho que não se faz sozinho.
Preparamos um lugar no meu sítio para a criação de abelhas e capturamos várias colmeias.
Fui analisando e mudando a forma de trabalho, então foi cada vez menos sofrido. Para os dois.
Fizemos um roteiro e transferimos as colmeias capturadas numa noite apenas. Treinamos um rapaz diarista. 
O treinamento consiste em, além de saber como lidar com abelhas, fazer o teste de alergia, subir o número de ferruadas, aos poucos para criar anticorpus.
Fiquei com muita febre nas primeiras ferruadas. O Chico passou a noite em casa, ficou preocupado. verificava minha temperatura de hora em hora. 
Ele quis que eu ficasse no alpendre da casa, deitada na rede. Ele dormiu sentado na cadeira. Dizia que estava tudo bem comigo.
Só uns seis meses depois me disse que estava era muito preocupado. Já tinha avisado o amigo biólogo do Hospital Regional e se houvesse alguma alteração ele me aplicaria um antidoto.
Preferiu que eu dormisse perto do carro. Pra facilitar me carregar. 
Entrei muitas vezes em sala de aula parecendo o Quasimodo de tão deformada por picadas no rosto.
Os alunos se divertiam.

Minha primeira vez.

Numa das reuniões de agricutores familiares da cidade de Colider MT, O Chico, um técnico agricola ,criador de abelhas, no meio de uma conversa casual, onde eu disse que adoraria ver como era  trabalho dele, na sua smplicidade, convidou;
 -Vem amanhã de tênis que eu te levo. Vou ali tirar uma colmeia de um cupim. Achei hoje vindo pra cá. É caminho da cidade aproveita minha carona.  -  Devo ter concordado, não me lembro.
No outro dia, ele confirmou que devia ter muito mel lá. Olhou pro meu pé e perguntou; Trouxe um tênis ou um par de botas?
- Hã? - perguntei meio confusa.
- Vou ter que dar um jeito.
- Tá.
Estávamos ensinando técnicas de planejamento para os projetos de agricultura familiar. E eu já tinha ido em algumas propriedades ver como funcionava na prática, pra facilitar meu diálogo.
Terminada a reunião lá veio o Chico, todo faceiro.
-Vamos?
Eu comecei;
- Mas não é perigoso? Será que sou alérgica? - Ele parou na porta da caminhonete, olhou bem pra mim e disse; o único problema é sua roupa que não é adequada. Você  vai suar um pouco. E vai ter que usar um chinelo que tem aqui. Minha bota tem chulé... Você não vai querer usar.
Paramos na estradinha perto de um pasto. Ele desceu e deu a volta na caminhoneta, pegou macacão branco, me deu pra vestir. Enquanto me vestia, dava regras de como eu deveria me comportar; não fazer movimentos rápidos, e não gritar, caso sofresse um ataque de enxame e como usar o fumegador, como eu deveria passar a fumaça nele e como deveria mante-lo aceso.A roupa era larga, elásticos nas pernas e braços. veste-se por cima da roupa. Coloquei luvas.
Me fez sentar na caminhoneta e amarrou sacolas plásticas no meu pé.
Já andou de chinelo no meio de um pasto com sacolas plásticas no pé segurando um treco pegando fogo? Escorrega. Dificil manter equilibrio. Preferia meus saltos.
Então
Ele estava com pá e enxadão. e uma caixa de madeira na cabeça.
Quebrou um morro de cupim, com todo o cuidado. De vez em quando eu soltava umas fumaças. Realmente estava suando inteira. Coçando o nariz, suor vindo nos olhos e ardendo, abelhas zumbindo nos ouvidos. E eu pensando no alivio quando tudo aquilo terminasse. E ainda veio o medo de cobra ao saber que elas moravam ali dentro.
Estava apavorada.
Ele ia tirando as partes de colmeia e colocando numas gavetinhas na caixa de madeira, com todo o cuidado. O resto colocava num balde. Aos poucos foi transferindo as abelhas para a caixa. Isso durou por volta de duas horas. Já estava escuro quando acabamos.
A caixa ficou ao lado da colmeia, (buscaria 3 dias depois) ele limpou apenas o balde. E lacrou pra não entrar abelhas. Elas foram acalmando no meio do trabalho. Ao sairmos de lá com menos de 50 metros ja podíamos tirar a proteção da cabeça e metade do macacão.
E foi assim que comecei minha paixão por abelhas.








-



É outro tipo...

Parada no semáforo, de repente um barulho "crash" seco na minha traseira.
Era um declive e acho que ele soltou o freio.
Encostei no posto de gasolina logo a frente, conforme sinalizado por ele, para não atrapalharmos o trânsito. Eu sabia que era pouca coisa,  apesar de a caminhonete ser gigante, nem balançou meu carro.
Como eu suspeitava. Nossos para-choques são de fibra ou plástico, e o meu carro já tem uns risquinhos lá.
Ele ficou passando a mão, para limpar e ver o que houve. Fiquei estática. Ele realmente procurava algo?
Aí se virou e foi pro próprio carro.
E alisava e olhava contra a luz, e mudava a posição.
Depois de algum tempo;
- É realmente não aconteceu nada, mas eu tenho seguro e se tivesse acontecido algo com seu carro..
- Não aconteceu nada não...
- Não. Verdade. Mas está com pressa? Muito prazer meu nome é Álvaro, me desculpe. quer tomar uma água, alguma coisa na conveniência? - pegando na minha mão
- Não, não estou com pressa... Fui entrando no carro. Ele vindo atrás. E eu correndo.
- Você não falou seu nome, toma meu cartão, se precisar de serviços da minha loja...
Disse meu nome já dentro do carro e fui ligando e saindo.
Céus! Seria mais um golpe?
Ontem à noite fui até o Shopping perto de casa e quando saia do estacionamento encontrei um senhor que saía da academia e me gritou acenando de longe;
- Oi Izildinha! Como vai? - parei pra identificar quem era a pessoa  que enxugava o rosto, e as mãos antes de me cumprimentar, o dito cujo que bateu no meu carro. A loja dele é no Shopping. Nunca tinha visto antes.
Depois de cumprimentá-lo e conversar um pouco, saí rindo; É. É outro tipo de golpe. Pensei.




quarta-feira, 4 de maio de 2016

Aviso aos navegantes.

Devo informar-lhes que os textos aqui produzidos, muito embora possam ter ocorrido de fato, são na sua maioria fictícios no que tange a datas e nomes. Quando os nomes são reais eu os cito no rodapé da página.
Portanto, declaro ser obra de ficção.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Não quero me "enformar"

Ouvindo conselho de um amigo;

_ Olha, tenho que te falar. Já já você se enforma.

- Não é enforma, biba loca!

- Ah! Tá. Cala a boca que estou te criticando, você se enforma e fica igualzinho esse povo caquético e piegas aí. Tudo bem o pessoal mais velho que GRITA CONTIGO FALANDO NO MESSENGER, e aquelas senhorinhas postando florzinha Orkut Style. Mas você? Termina logo seu projeto e corre!!! E pára de achar que eu falo Português errado, Eu falo Francês errado, eu falo Inglês errado, Eu falo Spanish...

- Biba loca!!! Posso postar isso no meu blog?

- Claro moreka! Você sabe que te amo. Vem cá no colinho, cê tá tão feia com esse olho triste!!! E pára de se enformar, tá?

domingo, 1 de maio de 2016

Já ouço o som dos seus passos

Deve haver algo mais.
Alguma coisa que realmente satisfaça.

Ouça a música da orquestra.
Um conjunto do universo infinito numa folha de papel.

Sinta-se voando através das estrelas.
A luz que vem de algum lugar, a cor, o sentimento, o completo vazio, a velocidade a calma...
Tudo completando-se.

Por tudo que eu vejo e sinto
Eu penso que há alguma coisa perfeita pra mim.
Espero de algum lugar, o som perfeito o momento perfeito a emoção perfeita.
O universo me prometeu. Espero completar-me.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Viagem nas estrelas

Estou esperando meu amor chegar. Foi ali comprar um vinho.
Ja coloquei o tapete e as almofadas. Hoje a noite é nossa.
O céu está maravilhoso! Não tem nuvens e as estrelas estão muito mais iluminadas!
Chegamos da caminhada. A ideia foi dele.
Já esquentou mas vou levar um cobertor, só por precaução.
Hoje passamos o dia juntos. Resolvemos várias coisas
Ele prefere assim, e deixar a segunda- feira sem estresse.
Ele acha que a segunda- feira precisa ser normal, não o dia fatal pra se resolver problemas.
Bom que concordamos. Minha agenda é um pouco chata e stressante, não dá pra antecipar muita coisa, mas podemos tentar.
Pessoal ja esta chegando aqui.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Só mais uma dança

Treinei tanto tempo meu cérebro com estatisticas que fico preocupada com minhas generalizações.
Todo tempo tento pensar diferente.
Viro tudo do lado avesso.
É só uma das ferramentas que uso pra ser criativa.
Tem hora que até essa tentativa me enoja.
As vezes não é tão fácil
Fico virando e revirando meu pensamento. Como numa dança.
Pulo lá pra o outro lado do mundo pra tentar entender coisas que nunca vi.
Me meto em coisas que não me pertencem.
De repente uma imagem. E consigo ver na estaticidade dela, o movimento triste e um vento que já não são, como uma saudade daquilo que falta. Não consigo enxergar, porque já se foram. Choro.
Eu tive certeza. Parecia um sonho mas eu sabia que era você.
Eu estava acordada, mas eu ouvi você. Sei até o tom de sua voz.
Você fala e muito. Não há nada silencioso dentro de você.
Confesso que me assustei. Eu tinha brincado contigo.Sobre me materializar.
Foi uma experiência meio estranha e falando.., Sei lá.!
Desculpe. Tive medo de você.Quis sim te enfrentar.
Mas preferi fugir.
Se você quiser falar disso. Por que eu de alguma forma sei que lerá ?... não me pergunte como eu sei.
Eu nao sei.Não sei de nada. Parece que quem sabe aqui é você.
Talvez eu tenha passado por um lugar e peguei algo que não era meu. Talvez precise devolver.
Eu entendo tudo o que voce falar.
Não quero explicação.
Se tiver que vir, estarei aberta a entender.
Sem mascaras.sem compromisso, só o de respeito mutuo.
"Eu tive que fugir. Porque eu sabia que estava sendo intrusa na sua Terra.
A sua historia é uma Terra. Eu entrei na sua land.Quis pertencer a ela.
Vi que seria prisioneira. Me senti sufocada. Pedi que me libertasse.
Mas queria muito que você visitasse minha land. E se sentisse à vontade nela".
Sei lá. Queria ver mais sorrisos nos seus olhos...


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Quem tem coragem é mais feliz.
Acaba descobrindo que não da pra ter silencio em atos. 
O seu comportamento mostra quem voce é.
A resposta sempre vem pra quem questiona o universo.
Eu pedi contato imediato do primeiro grau com vida inteligente.
Acabei tendo C5. A vida inteligente mais próxima entrou na sintonia do universo e me encontrou.

domingo, 3 de abril de 2016

Vamos dançar?

Gosto de me deixar conduzir, seguindo o ritmo da musica e do companheiro.
Um pouco mais rápido ou mais lento... vai depender do outro.
Dançar.
É o teste primordial pra ver se o casal se harmoniza.
Muitos dizem não saber dançar.
Coloque uma musica qualquer, enrosquem-se. Veja no que dá.
Depois de alguns minutos, a depender do sentimento entre eles, o ritmo acontece.
Pode ser magico, pode ser material. 
Fechar os olhos e não querer que aquele momento acabe...
Dançar.



terça-feira, 29 de março de 2016

Folha De Papel Em Branco (Khalil Gibran)


- Disse uma folha de papel branco: "Pura fui criada e pura permanecerei para sempre. Antes ser queimada e convertida em brancas cinzas, do que suportar que a negrura me toque ou o sujo chegue junto de mim". O tinteiro ouviu o que a folha de papel dizia e riu-se em seu escuro coração. Mas não ousou aproximar-se dela. E os lápis multicoloridos ouviram-na também, e nunca se aproximaram dela. E a folha de papel, branca como a neve, permaneceu pura e casta. Para sempre, pura, casta...e vazia.... (Khalil Gibran)

Alexandre Herculano.

O Bobo é um romance histórico de Alexandre Herculano, publicado inicialmente em "Panorama" em 1843 e editado postumamente em volume, apenas em 1878. O autor situa a narração no ano de 1128, dias antes da batalha de S. Mamede que opôs o exército de D. Afonso Henriques ao da sua mãe D. Teresa. Assim podemos assistir às tramas medievais e à estratégia usadas por ambos os exércitos, assim como sabemos o porquê do ódio que D. Afonso Henriques nutre pelo conde Peres de Trava, amante da mãe.
Nisto tudo, um homem tem um papel fundamental, alguém que todos menosprezam, alguém que aparentemente nada valia: D. Bibas, o Bobo da corte.
Em O Bobo as personagens históricas são relegadas para segundo plano e a enfâse é colocada em D. Bibas. É ele quem põe em relevo a importância de valores como a lealdade e a liberdade individual (D. Bibas recusa ser “escravo” de Fernando Peres de Trava, o qual, ao longo do romance, é objeto principal das suas graças). É, aliás, sintomático que Herculano sinta a necessidade de sublinhar que “A história não conheceu D. Bibas” (Herculano 1992b:178). É através das ações deste último, principalmente quando facilita a fuga dos aliados de Afonso Henriques pela passagem subterrânea que só ele conhece (Herculano 1992b:137-38), que o leitor é convidado a refletir sobre o papel que pode vir a desempenhar na História do seu país. A importância dada a D. Bibas não impede, no entanto, que Herculano pinte em detalhe a época em que os acontecimentos narrados tiveram lugar, mas antes facilita ao leitor o contato com a História.

terça-feira, 22 de março de 2016

Sem titulo

Preciso sair. Está na hora de ver o sol se pondo.
Quero sentar la, no meu lugar de sempre, sozinha.
Quero me revestir de sol, antes que ele va embora. Pra poder passar a noite, 

e se?

Fiquei lá sozinha.
Olhando o céu.
Pensando...  No meio do caos, um algo  perfeito.
Um algo que quero pra mim. Mas como ter? Não posso tocá-lo.
Se eu sair daqui agora... talvez não tenha mais tempo de alcançá-lo.
Se ele me quisesse poderíamos nos encontrar no caminho...
Só se ele quisesse.


quarta-feira, 9 de março de 2016

Você vai mesmo colocar sua opinião?

Mesmo porque minha opinião não vale em muitos casos, nem a sua. Ouvi de um palestrante hoje que a pessoa precisa fazer uma coisa 21 vezes pra se tornar um hábito. Eu bem que tento. Me esforço mesmo. Porém como boa ariana que sou não consigo ter uma rotina.
Meus colegas brigam comigo, dizem que sou imprevisível. Geralmente se tenho uma pesquisa eu termino, mas eu vou enjoando e não vejo a hora de acabar.
Os dados começam com uma premissa, eu vou acostumando com a verdade que aparece, e outra e uma novidade e outra e de repente há a contradição da premissa. Isso é surpreendente, você começar a fazer algo já esperando um resultado e no meio do caminho ela virar outra coisa. é bom. Mas é necessário repetir exaustivamente ate ficar estável a informação. è cansativo.
Acho que prefiro os dados inconstantes. Gosto de ir ver o momento da mudança.
Mas tudo enjoa. Cansa.
A repetição traz a perfeição. Lá vou eu repetir. Tanto que começo a ver isso no social.
Se desse pra ler na velocidade do pensamento; carros no estacionamento, pessoas no mercado, na fila, tempo dentro da loja, demora do caixa. Dá pra fazer outra coisa e aproveitar melhor o tempo. Mercado hoje não. E assim vai.
Então partido da premissa que eu repito mais de 21 vezes meus experimentos, então eu jã estou habituada.
Eu quero acostumar mas não consigo e já deveria ser um hábito mas eu não gosto de rotina.

É o zeigest.
Vamos arrumar nossa casa, começar pelos alicerces, reformar as paredes.
A tempestade virá.
Precisamos reformar tudo. Nos proteger.
Proteger nossa ideologia, nossas leis, nossas família, nosso corpo.
Proteger acima de tudo nosso conceito de fraternidade.
Nosso país é grande. Nos somos ricos. Fomos sim muito roubados. Somos autossuficientes.
Somos acolhedores. Somos carinhosos e fraternos.
Amamos pessoas e respeitamos a vida.
Estamos repensando nossos conceitos.
Estamos nos abrindo para novos acontecimentos. Nova vida. Nova forma de ver a vida.
O que é respeito?
O que é respeitar a opinião do próximo?
O que é fraternidade?
O que é amor ao próximo?
O que é combate às idéias divergentes?
O que é ideia divergente?
Por que são divergentes?
O que é a concordância?
Por que concordamos com alguém?
O que é ter razão?
O que é perdão?
O que é pedir perdão?
Todos esses pensamentos, te levarão a consciência de sua integridade.
 Sendo íntegro, então saiba; quem voltou,  voltou pra consertar a casa. Pra proteger justamente sua integridade.





segunda-feira, 7 de março de 2016

Exercitando os sentidos

Escrever é transcender, imaginar,soltar a mente, viajar.
Ir aonde a gente quer. Por as cores que a gente quer. É ser livre.
Viajamos no tempo e no espaço.
Envelhecemos e rejuvenescemos.
Ler faz o mesmo efeito, ora me deixo levar, ora faço o meu caminho.
Mas, pensar, raciocinar sobre o que se leu ou viveu, reformular tudo dentro em nós é algo mais incrível!!!
É tornar verdadeiro e quase palpável uma viagem que nem foi sua.
Pensar é viver outra vez. E eternizar o momento vivido vivendo tudo outra vez.

Metamorfose

Hoje eu ouvi um relato prolixo e confuso de um cara. Ele mal notou minha presença. Falava num grupo de amigos. Tinha acabado de chegar de uma de suas várias viagens.
Ele se considera o "braçal", porque precisa ligar e desligar equipamentos. Não vem ao caso sua função nem sua profissão.Ele na verdade lia em voz alta um texto que iria postar para seus amigos "coxinhas"no Facebook.
Enquanto lia, conversava e discutia alguns pontos e suas impressões,
Ele mudou o texto várias vezes. Para contentar a platéia.
Eu senti uma mudança nele. Coxinha é um termo que ninguém aceita , pois fazem oposição ferrenha ao candidato Lula e não admitem esse termo.
Ele já teve muitas experiências em suas viagens e sempre busca passar para os outros. Mas algo mudou profundamente nele dessa vez.
Pra quem já esteve perto da guerra entre cristãos e muçulmanos e já chegou perto do conflito  da Síria e Russia, desta vez algo realmente mudou nele.
Antes de postar, mudou mais uma vez.
Quando terminou veio até mim e pediu pra eu ler. Sentou-se a meu lado enquanto isso.
Entreguei pra ele e disse - Muito bom!
- Não está bom - falou áspero -. Não tem nem metade do que quero falar. - Eu vi coisas estranhas dessa vez, mas só na sexta-feira eu pude entender tudo. Eu não sei explicar. Eu estou chorando por dentro e não consigo falar. Esse ponto onde eu critico a esquerda internacional, é na verdade medo que a esquerda morra. Existe um levante internacional de uma direita que quer matar pobre e preto e criança deformada e seleção humana e travestis, e - quase chorando - Ai, to chegando aqui, fico sabendo que o Lula estava preso. E o pior; eu vi os mesmos aqui no Brasil. Os mesmos da direita de lá . Começando um levante aqui no Brasil. Me senti muito mal.

                                                                         ...
Bem, Eu devo preservar-lhe a identidade. Ficamos algumas horas conversando. Aprendi muito com ele. Realmente suas experiências foram in loco e por imersão. Ele declarou não ser mais um coxinha.

sexta-feira, 4 de março de 2016

#Pula

‪#‎Pula‬
Enquanto isto, na redação de um jornal de grande circulação:
PROCURA-SE PROVAS, MAS NÃO QUALQUER UMA
- Olha chefe, este helicóptero com meia tonelada de cocaína, é de amigos íntimos do Aécio! Serve como prova?
- Não, não, do Aécio não.
- Encontrei milhões na Suíça do Cunha? Gostou chefe?
- Não, do Cunha deixa pra depois.
- Já sei!!! Tem as provas de sonegação da Gerdau e RBS na operação Zelotes!
- Não, RBS não.
- Nem as de sonegação da Globo e o esquema do Criança Esperança?
- Menos ainda.
- Já sei!!! O acidente na barragem poderia ser evitado, tem provas de que...
- Que barragem o que... procura, procura mais...
- Olha aqui!!! Roubo de merenda em escolas de SP, que tal?
- Pula. Próxima!?
- Tem estes e-mails do Serra prometendo entregar o Pré-sal para os estrangeiros! Que escândalo!
- Meu filho, vou te explicar, o criminoso é o LULA!!! Você só tem que achar um crime e alguma prova!!! Te vira ou vai pra rua!!!
Via Juliano Terterola