Hoje eu ouvi um relato prolixo e confuso de um cara. Ele mal notou minha presença. Falava num grupo de amigos. Tinha acabado de chegar de uma de suas várias viagens.
Ele se considera o "braçal", porque precisa ligar e desligar equipamentos. Não vem ao caso sua função nem sua profissão.Ele na verdade lia em voz alta um texto que iria postar para seus amigos "coxinhas"no Facebook.
Enquanto lia, conversava e discutia alguns pontos e suas impressões,
Ele mudou o texto várias vezes. Para contentar a platéia.
Eu senti uma mudança nele. Coxinha é um termo que ninguém aceita , pois fazem oposição ferrenha ao candidato Lula e não admitem esse termo.
Ele já teve muitas experiências em suas viagens e sempre busca passar para os outros. Mas algo mudou profundamente nele dessa vez.
Pra quem já esteve perto da guerra entre cristãos e muçulmanos e já chegou perto do conflito da Síria e Russia, desta vez algo realmente mudou nele.
Antes de postar, mudou mais uma vez.
Quando terminou veio até mim e pediu pra eu ler. Sentou-se a meu lado enquanto isso.
Entreguei pra ele e disse - Muito bom!
- Não está bom - falou áspero -. Não tem nem metade do que quero falar. - Eu vi coisas estranhas dessa vez, mas só na sexta-feira eu pude entender tudo. Eu não sei explicar. Eu estou chorando por dentro e não consigo falar. Esse ponto onde eu critico a esquerda internacional, é na verdade medo que a esquerda morra. Existe um levante internacional de uma direita que quer matar pobre e preto e criança deformada e seleção humana e travestis, e - quase chorando - Ai, to chegando aqui, fico sabendo que o Lula estava preso. E o pior; eu vi os mesmos aqui no Brasil. Os mesmos da direita de lá . Começando um levante aqui no Brasil. Me senti muito mal.
...
Bem, Eu devo preservar-lhe a identidade. Ficamos algumas horas conversando. Aprendi muito com ele. Realmente suas experiências foram in loco e por imersão. Ele declarou não ser mais um coxinha.
Ele se considera o "braçal", porque precisa ligar e desligar equipamentos. Não vem ao caso sua função nem sua profissão.Ele na verdade lia em voz alta um texto que iria postar para seus amigos "coxinhas"no Facebook.
Enquanto lia, conversava e discutia alguns pontos e suas impressões,
Ele mudou o texto várias vezes. Para contentar a platéia.
Eu senti uma mudança nele. Coxinha é um termo que ninguém aceita , pois fazem oposição ferrenha ao candidato Lula e não admitem esse termo.
Ele já teve muitas experiências em suas viagens e sempre busca passar para os outros. Mas algo mudou profundamente nele dessa vez.
Pra quem já esteve perto da guerra entre cristãos e muçulmanos e já chegou perto do conflito da Síria e Russia, desta vez algo realmente mudou nele.
Antes de postar, mudou mais uma vez.
Quando terminou veio até mim e pediu pra eu ler. Sentou-se a meu lado enquanto isso.
Entreguei pra ele e disse - Muito bom!
- Não está bom - falou áspero -. Não tem nem metade do que quero falar. - Eu vi coisas estranhas dessa vez, mas só na sexta-feira eu pude entender tudo. Eu não sei explicar. Eu estou chorando por dentro e não consigo falar. Esse ponto onde eu critico a esquerda internacional, é na verdade medo que a esquerda morra. Existe um levante internacional de uma direita que quer matar pobre e preto e criança deformada e seleção humana e travestis, e - quase chorando - Ai, to chegando aqui, fico sabendo que o Lula estava preso. E o pior; eu vi os mesmos aqui no Brasil. Os mesmos da direita de lá . Começando um levante aqui no Brasil. Me senti muito mal.
...
Bem, Eu devo preservar-lhe a identidade. Ficamos algumas horas conversando. Aprendi muito com ele. Realmente suas experiências foram in loco e por imersão. Ele declarou não ser mais um coxinha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário