quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Meu amigo morreu na Siria em 2015. Ele me avisou em 2010. o Twitter e o g plus me calaram. Eu achei que fosse antiético falar... Agora vejo com meus próprios olhos...


Coisa feia ficar ai parado dando milho aos pombos.!
Será que não viu que o mundo está em perigo? O mundo não! A humanidade.
O ser humano está prestes a ser expurgado da terra. 
Se não for na primeira tentativa serão nas outras. Mas serão.
Eu andava atordoada. Me mandaram dizer e eu achei antiético; mas olhe a sua volta. Já são poucas as aborrecidas jutificadas, mas são bilhões de cabeças a cairem. 

A frase do meu amigo que morreu na Siria; Avisa o que esta no Corão para o mundo; 70 homens morrerão a cada mulher aborrecida, sendo justa ou não, mas a viúva e a orfã que chorarem por injustiça serão vingadas em vida. 

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Contos invisíveis

Histórias pra boi dormir e criança também, se a gente não contar com entonações de malvada! Mas eu viro uma fadinha e falo bem mansinho;
Diz antiga lenda, que uma ninfa do pântano tinha as graças do Senhor do Tempo,( do reino abstrato, mas guardião de tesouros concretos) que nas horas vagas cumpria de mimá-la. Ela era tão tolinha! Até apaixonar-se por um Elfo sorrateiro. Ele sabia muito bem como enganar e roubar os corações das ninfas.  Despreocupada, brincava de esconder-se, quando sem querer  flagrou-o roubando o coração da Ninfa do Lago Sul. Usou seus poderes de invisibilidade e pôde ver bem de perto que ele  puxava o coração dela com uma mão de ferro. A coitadinha da Ninfa do Lago Sul, sem seu coração, virava escrava dele. Ele era estanho! Depois de satisfazer os seus desejos, corria a esconder-se delas. Brincava com seus sentimentos até que enjoasse , então jogava o coração delas no vulcão . Ao  precipitar-se a salvá-lo, fatalmente acabavam virando fumaça!  E como fumaça não tinha como controlar pra onde ir, iam pra lá e para cá conforme o vento soprava.
Nossa bela menina viu a ternura com que ele tratava aquele coração enquanto queria a ninfa, e ficou em pânico quando ele jogou-o ao fogo. Estranhou, mas observou que havia uma tristeza nele, tinha um arquear de costas, um vagar sem rumo. Foi conhecendo-o pouco a pouco. Era triste a procurar uma ninfa e tinha isso quase como uma obsessão.
Uma dor nasceu. No início, como um fio bem fininho...  Mas que se tornava forte ao vê-lo! Uma agulha se tornava uma rocha pesada a saturar seu ser! Um sentimento ambíguo,  que fazia mal e bem; ele era belo ao seus olhos, mas sem beleza alguma, tinha portes de um cavalheiro, mas rude como um cavalo. 
Ela temeu aquele fascínio que ele exercia sobre ela. Isso a perturbou por vários dias e então, depois de muito refletir, foi ao Senhor do Tempo pedir um mimo, que sem pestanejar o concedeu. O que seria?
E naquela tarde mostrou-se ao Elfo malvado. Cantarolou e brincou com ele sem deixá-lo se aproximar. Ela voava com as luzes que atravessava a espessa copa da floresta!  Ele tinha olhos de fome, e a voz doce a chama-la.  Ela conseguia fugir por entre as flores. Desafiava-o. Voava e cantava. Ele, a galanteá-la. Ela, a enamorar-se... Parados ele se aproximou e ela então, decidiu.  Deixou-se hipnotizar por ele, que a beijou. Sentiu seu hálito. Desfalecia ao seu toque... Sua mão de ferro descia lentamente até a altura do coração. Abraçou-a forte e por trás, lentamente alcançou o ponto exato, traspassou sua mão a um só golpe. Puxou. Ela sorriu de dor e desejo. Mas ela estranhamente estava feliz, Ele percebeu que não havia nada em sua mão. Ela continuou a cantarolar. O que seria aquilo? - Por instantes , foi ele ficou confuso e desfaleceu. Sentiu quando ela, com a mesma rapidez e força, tirou-lhe o coração. Como ela fez aquilo? Perdeu suas forças por um momento... Ela sorria à sua frente.
 Ele ia por dias seguindo-a, a conquistá-la. Suplicava por seus beijos, sedento, ao que ela, às vezes cedia, outras não.  Ele fazia-lhe todos os caprichos, e ela parecia feliz. Ele era rude e manso, mas não tinha tristeza no olhar, parecia sofrer, mas não arqueava mais suas costas. Ele se jogava aos seus pés e ela o beijava, cedia aos seus apelos, numa entrega tranquila...  Estava quase se acostumando a ser seu escravo e não suplicava mais seu coração de volta. Ela, sentindo que faltava algo, enamorou-se dele por um último momento, então devolveu seu coração. O Elfo ficou intrigado e, com medo fugiu. Ela ficou triste por uns dias. Tinha se acostumado a vê-lo, dizia.+
Numa tarde distraiu-se olhando o céu. Ele veio sorrateiro por detrás dela, e num só lance enfiou sua mão de ferro na altura do coração de Ninfa. Ela agitou-se num grito de ardor! Virou-se pra ele que não entendia como não o achava. Então, finalmente contou  que quando o conheceu, estranhou sua maldade. Como o senhor do tempo a tratava bem sempre, preferiu entregar seu coração aos cuidados dele. Porque sabia que não resistiria quando estivessem frente a frente. E com certeza seria atraída para o lago do fogo. Ela gostava de seu toque frio reluzente e sedutor, com sensações ambíguas de gozo e dor, mas não iria ser sua escrava. Meu coração está seguro. Ele se ajoelhou e beijou sua mão. Ela o puxou de volta e beijou-o num beijo manso, correspondido, tranquilo...  E foi assim que a ninfa que era do pântano, se tornou a rainha da fauna e flora. Todos podiam contar com sua generosidade e ternura. E passou a dominar os os vales. O Senhor do tempo era um homem nobre. E num de seus mimos, dera a ela a sapiência dos anciãos. 


As contadoras de história.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Convém e esclarecer são bonitas palavras.  Aliás , aliás também é uma palavra muito bonitinha! Gosto também das palavrinhas: razão, cérebro, análise, estatística, lógica, que são todas substantivos. Todavia,  viram adjetivos a depender de mudanças de ordem e a que se referem.
Gosto de muitas outras palavras. Uma palavra interessante é pesquisa. Quando vira verbo e conjugamos então, é uma maravilha! Conseguimos desvendar mistérios muitas vezes escondidos a sete chaves
Vezes é outra, que altera algo que pode estar monótono. Ou não, também pode virar monotonia a depender do quanto usamos. Ficar trocando daqui pra lá ou de lá pra cá só pra ter o que fazer, enquanto se conjuga o verbo pensar.
Mas Insight é a palavra mais almejada e menos citada. Não diz nada porém,  resume tudo. No momento exato em que a atingimos ela some pra dar lugar a outras mil palavrinhas ordenadas logicamente.
Sonho e metalinguagem. Metalinguisticamente quero estar no meu sonho. Depois do insight, sonhar para o cérebro se deleitar antes que a sintaxe se intrometa e nos tire o sono com pompas de matemática só porque tem x.


(Publiquei no Navegando... Não sei se vai dar tempo de fazer mais blogs... São omuitos pensamentos... Talvez beckapeando o cérebro... vou inventar um aplicativo pra isso.)