Parada no semáforo, de repente um barulho "crash" seco na minha traseira.
Era um declive e acho que ele soltou o freio.
Encostei no posto de gasolina logo a frente, conforme sinalizado por ele, para não atrapalharmos o trânsito. Eu sabia que era pouca coisa, apesar de a caminhonete ser gigante, nem balançou meu carro.
Como eu suspeitava. Nossos para-choques são de fibra ou plástico, e o meu carro já tem uns risquinhos lá.
Ele ficou passando a mão, para limpar e ver o que houve. Fiquei estática. Ele realmente procurava algo?
Aí se virou e foi pro próprio carro.
E alisava e olhava contra a luz, e mudava a posição.
Depois de algum tempo;
- É realmente não aconteceu nada, mas eu tenho seguro e se tivesse acontecido algo com seu carro..
- Não aconteceu nada não...
- Não. Verdade. Mas está com pressa? Muito prazer meu nome é Álvaro, me desculpe. quer tomar uma água, alguma coisa na conveniência? - pegando na minha mão
- Não, não estou com pressa... Fui entrando no carro. Ele vindo atrás. E eu correndo.
- Você não falou seu nome, toma meu cartão, se precisar de serviços da minha loja...
Disse meu nome já dentro do carro e fui ligando e saindo.
Céus! Seria mais um golpe?
Ontem à noite fui até o Shopping perto de casa e quando saia do estacionamento encontrei um senhor que saía da academia e me gritou acenando de longe;
- Oi Izildinha! Como vai? - parei pra identificar quem era a pessoa que enxugava o rosto, e as mãos antes de me cumprimentar, o dito cujo que bateu no meu carro. A loja dele é no Shopping. Nunca tinha visto antes.
Depois de cumprimentá-lo e conversar um pouco, saí rindo; É. É outro tipo de golpe. Pensei.
Era um declive e acho que ele soltou o freio.
Encostei no posto de gasolina logo a frente, conforme sinalizado por ele, para não atrapalharmos o trânsito. Eu sabia que era pouca coisa, apesar de a caminhonete ser gigante, nem balançou meu carro.
Como eu suspeitava. Nossos para-choques são de fibra ou plástico, e o meu carro já tem uns risquinhos lá.
Ele ficou passando a mão, para limpar e ver o que houve. Fiquei estática. Ele realmente procurava algo?
Aí se virou e foi pro próprio carro.
E alisava e olhava contra a luz, e mudava a posição.
Depois de algum tempo;
- É realmente não aconteceu nada, mas eu tenho seguro e se tivesse acontecido algo com seu carro..
- Não aconteceu nada não...
- Não. Verdade. Mas está com pressa? Muito prazer meu nome é Álvaro, me desculpe. quer tomar uma água, alguma coisa na conveniência? - pegando na minha mão
- Não, não estou com pressa... Fui entrando no carro. Ele vindo atrás. E eu correndo.
- Você não falou seu nome, toma meu cartão, se precisar de serviços da minha loja...
Disse meu nome já dentro do carro e fui ligando e saindo.
Céus! Seria mais um golpe?
Ontem à noite fui até o Shopping perto de casa e quando saia do estacionamento encontrei um senhor que saía da academia e me gritou acenando de longe;
- Oi Izildinha! Como vai? - parei pra identificar quem era a pessoa que enxugava o rosto, e as mãos antes de me cumprimentar, o dito cujo que bateu no meu carro. A loja dele é no Shopping. Nunca tinha visto antes.
Depois de cumprimentá-lo e conversar um pouco, saí rindo; É. É outro tipo de golpe. Pensei.
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