quinta-feira, 15 de junho de 2017

Precisamos pensar e buscar soluções urgentes!

Simplicidade.
Quer saber? De tanto a gente conversar sobre um assunto qualquer  fica suscinto com nossos pensamentos.
Reverter tudo de novo pra um pensamento mais tolerante, esperar outros chegarem às mesmas conclusões, requer tempo e paciência.
Marx pode ter dado o start. Mas precisamos; ler, ler, ler. Buscar entender que as mudanças aconteceram. Principalmente naquela época. Entender que ele fora perseguido, hostilizado pelos poderosos. Sofreu pressão. Não duvido que tenha alterado sua retórica. O que temos dele hoje que podemos afirmar ser genuinamente seu pensamento original? Duvido muito que em plena era digital, já não tenham feito as adulterações necessárias pra bem enganar o mau leitor.

Mises tem até um instituto, na Wikipedia! Mas o seu livro (original e sua tradução) trazem e reproduzem erros grosseiros, tanto na retórica, coerência quanto na linguagem. E vi muitos "aluninhos" ávidos em devorá-lo como ao melhor sandwich, entre um post e outro nas redes sociais.
O que não fariam os poderosos capitalistas em relação a Marx?
Óbvio que uma das providências foi torná-lo enfadonho e desestimulante, e colocá-lo sempre como um sonhador utópico.
Mas e Chomsky? Ele mesmo conta sua história e nos revela como mudou sua opinião. Está inserido em um contexto onde os movimentos são constantes e quem precisa de uma dicotomia pobre e didática pra entender de qual lado está, fica confuso.
Não vem ao caso Marx, ou Chomsky, muito menos Mises.
O fato é real. O mundo está cada vez mais populoso. Os espaços estão tomados. Os recursos naturais escasseando.
Vejo o seguinte quadro; Os últimos loucos capitalistas ainda querendo tomar posse dos últimos achados em termos de reservas naturais.Querendo garantir fortuna como sendo seu último sopro de esperança antes do fim.
O FIM;
De que adianta? O que estão fazendo, é na verdade precipitando o fim do planeta. O fim da humanidade.
Os pensadores mundiais, ( aqui incluo também os ricos e poderosos, dinheiralistas e capitalistas), também já entenderam que o fim está mais próximo do que imaginavam.
Só,  que houve mais uma novidade: O dinheiro mudou de mãos. Os ricos não são mais "tão" ricos. Talvez poderosos, mas não detêm mais a maioria do poder econômico. Tentam segurar o poder com unhas e dentes. Sinalizam que o Socialismo agora é bom. Pra eles.
Mas e nós? Quando é que vamos pensar em nós também? Nós juntos com quem? Quem somos o "nós" da conversa toda?
Quando é que vamos entrar no consenso de que precisamos de um sistema pensado por nós e pra nós?
Nessa era digital, podemos tudo, até inventar um banco digital com cartão magnético sem nenhuma burocracia, e num piscar de olhos mudar a pirâmide mundial.
Podemos inventar um sistema de governo matricial, onde podemos dividir os lucros dos meios de produção paulatinamente até que o consumo também chegue ao nível mais básico de necessidade, num equilíbrio total entre produção e consumo mundialmente monitorados.
Podemos criar num piscar de olhos um mundo sem políticos . Sem intermediar nada. Já que faremos nós mesmos as leis e as submeteremos a aprovação por meio de votações mundiais.
A volta à simplicidade vai ser o melhor. Menos leis. Menos regras.  Mais liberdade, mais amor ao próximo e mais cuidado uns com os outros. Menos carros. Menos máquinas desnecessárias, menos necessidade de máquinas, menos, menos, menos.
Só que temos menos tempo agora. E pra ter consenso era preciso ter começado a história há dois séculos ...