Ele pega sua produção e entrega, se quiser por livre e espontânia "vontade" no silo armazém disoponível mais próximo. Ou escolhe onde entregar.
Ele recebe uma guia que é enviada para o Banco e depois o dinheiro é depositado em sua conta, na cotação em que ele entregou seu produto.
Ele tem exigências de mínimo pra entregar.
Em 2005 em Colider MT, o programa de abastecimento escolar era mais ou menos igual.
Para manter a merenda escolar a prefeitura podia comprar cotas de pequenos agricultores.
Funcionava tal qual o agronegócio; ele recebia uma guia de controle e era só ir ao caixa que recebia em cash ou recebia direto na conta, se tivesse uma.
Enfim...
Fico me perguntando; porque mesmo tem vendedor na rua? Se não pode ir pra rua, alguém deveria comprar sua produção.
Por que não a prefeitura?
Cadê os vereadores que não se organizam? Já existem modelos é só por em prática. São modelos padrão.
O produtor se cadastra pra entregar, entrega a cota mínima ou a completa com outro produto e recebe em sua conta, na trnaquilidade de sua casa, que por sua vez, poderia pedir produtos para consumo. A inovação é a forma de receber o produto em sua casa.
Ai entra o serviço dos moto boys de entrega e uber
Poderiam se cadastrar e seriam autônomos na entrega dos pacotes solicitados recebendo suas taxinhas entregando os produtos que ele enconmenda para o proprio cliente em armazém de abastecimento da prefeitura e dos supermercados da região.. Que por sua vez monta os pacotes com forma organizada e segura, mantendo o distanciamento e a segurança
Poderia funcionar assim, e poucos e necessários estariam nas ruas. Estamos com o problema de ter que ir ao supermercado.
Produto estragado ou sem qualidade, seria devolvido e descontado já na hora da entrega. Pra isso o comprador deverá estar atento.
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