segunda-feira, 22 de março de 2021

Usando o modelo do agronegócio e tratando o pequeno como grande/ pensando em soluções dentro do modelo existente

Primeiro, preciso explicar como o produtor rural faz.
Ele pega sua produção e entrega, se quiser por livre e espontânia "vontade" no silo armazém disoponível  mais próximo. Ou escolhe onde entregar.
Ele recebe uma guia que é enviada para o Banco e depois o dinheiro é depositado em sua conta, na cotação em que ele entregou seu produto.
Ele tem exigências de mínimo pra entregar.

Em 2005 em Colider MT, o programa de abastecimento escolar era mais ou menos igual.
Para manter a merenda escolar a  prefeitura podia comprar cotas de pequenos agricultores.

Funcionava tal qual o agronegócio; ele recebia uma guia de controle e era só ir ao caixa que recebia em cash ou recebia direto na conta, se tivesse uma.

Enfim... 



Fico me perguntando; porque mesmo tem vendedor na rua? Se não pode ir pra rua, alguém deveria comprar sua produção.

Por que não a prefeitura?

Cadê os vereadores que não se organizam? Já existem modelos é só por em prática. São modelos padrão.

O produtor se cadastra pra entregar, entrega a cota mínima ou a completa com outro produto e recebe em sua conta, na trnaquilidade de sua casa, que por sua vez, poderia pedir produtos para consumo. A inovação é a forma de receber o produto em sua casa. 

Ai entra o serviço dos moto boys de entrega e uber 
Poderiam se cadastrar e seriam autônomos na entrega dos pacotes solicitados recebendo suas taxinhas entregando os produtos que ele enconmenda para o proprio cliente em armazém de abastecimento da prefeitura e dos supermercados da região.. Que por sua vez monta os pacotes com forma organizada e segura, mantendo o distanciamento e a segurança

Poderia funcionar assim, e poucos e necessários estariam nas ruas. Estamos com o problema de ter que ir ao supermercado.

Produto estragado ou sem qualidade, seria devolvido e descontado  já na hora da entrega. Pra isso o comprador deverá estar atento. 


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