Esquina da conversa. Esse é o intuito do blog. Conversar sobre nossas necessidades atuais. Se você é iniciante no You tube, estamos prontos pra conversar sobre o assunto. Troca de dicas e sugestões.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Outras vezes
O Chico deve ter se arrependido do dia em que me convidou. Porque eu dei sugestão, hein !!!
Depois da primeira vez que vi a captura de abelhas, fui em várias outras. Ele agradeceu muito minha coragem e pela ajuda. É um trabalho que não se faz sozinho.
Preparamos um lugar no meu sítio para a criação de abelhas e capturamos várias colmeias.
Fui analisando e mudando a forma de trabalho, então foi cada vez menos sofrido. Para os dois.
Fizemos um roteiro e transferimos as colmeias capturadas numa noite apenas. Treinamos um rapaz diarista.
O treinamento consiste em, além de saber como lidar com abelhas, fazer o teste de alergia, subir o número de ferruadas, aos poucos para criar anticorpus.
Fiquei com muita febre nas primeiras ferruadas. O Chico passou a noite em casa, ficou preocupado. verificava minha temperatura de hora em hora.
Ele quis que eu ficasse no alpendre da casa, deitada na rede. Ele dormiu sentado na cadeira. Dizia que estava tudo bem comigo.
Só uns seis meses depois me disse que estava era muito preocupado. Já tinha avisado o amigo biólogo do Hospital Regional e se houvesse alguma alteração ele me aplicaria um antidoto.
Preferiu que eu dormisse perto do carro. Pra facilitar me carregar.
Entrei muitas vezes em sala de aula parecendo o Quasimodo de tão deformada por picadas no rosto.
Os alunos se divertiam.
Minha primeira vez.
Numa das reuniões de agricutores familiares da cidade de Colider MT, O Chico, um técnico agricola ,criador de abelhas, no meio de uma conversa casual, onde eu disse que adoraria ver como era trabalho dele, na sua smplicidade, convidou;
-Vem amanhã de tênis que eu te levo. Vou ali tirar uma colmeia de um cupim. Achei hoje vindo pra cá. É caminho da cidade aproveita minha carona. - Devo ter concordado, não me lembro.
No outro dia, ele confirmou que devia ter muito mel lá. Olhou pro meu pé e perguntou; Trouxe um tênis ou um par de botas?
- Hã? - perguntei meio confusa.
- Vou ter que dar um jeito.
- Tá.
Estávamos ensinando técnicas de planejamento para os projetos de agricultura familiar. E eu já tinha ido em algumas propriedades ver como funcionava na prática, pra facilitar meu diálogo.
Terminada a reunião lá veio o Chico, todo faceiro.
-Vamos?
Eu comecei;
- Mas não é perigoso? Será que sou alérgica? - Ele parou na porta da caminhonete, olhou bem pra mim e disse; o único problema é sua roupa que não é adequada. Você vai suar um pouco. E vai ter que usar um chinelo que tem aqui. Minha bota tem chulé... Você não vai querer usar.
Paramos na estradinha perto de um pasto. Ele desceu e deu a volta na caminhoneta, pegou macacão branco, me deu pra vestir. Enquanto me vestia, dava regras de como eu deveria me comportar; não fazer movimentos rápidos, e não gritar, caso sofresse um ataque de enxame e como usar o fumegador, como eu deveria passar a fumaça nele e como deveria mante-lo aceso.A roupa era larga, elásticos nas pernas e braços. veste-se por cima da roupa. Coloquei luvas.
Me fez sentar na caminhoneta e amarrou sacolas plásticas no meu pé.
Já andou de chinelo no meio de um pasto com sacolas plásticas no pé segurando um treco pegando fogo? Escorrega. Dificil manter equilibrio. Preferia meus saltos.
Então
Ele estava com pá e enxadão. e uma caixa de madeira na cabeça.
Quebrou um morro de cupim, com todo o cuidado. De vez em quando eu soltava umas fumaças. Realmente estava suando inteira. Coçando o nariz, suor vindo nos olhos e ardendo, abelhas zumbindo nos ouvidos. E eu pensando no alivio quando tudo aquilo terminasse. E ainda veio o medo de cobra ao saber que elas moravam ali dentro.
Estava apavorada.
Ele ia tirando as partes de colmeia e colocando numas gavetinhas na caixa de madeira, com todo o cuidado. O resto colocava num balde. Aos poucos foi transferindo as abelhas para a caixa. Isso durou por volta de duas horas. Já estava escuro quando acabamos.
A caixa ficou ao lado da colmeia, (buscaria 3 dias depois) ele limpou apenas o balde. E lacrou pra não entrar abelhas. Elas foram acalmando no meio do trabalho. Ao sairmos de lá com menos de 50 metros ja podíamos tirar a proteção da cabeça e metade do macacão.
E foi assim que comecei minha paixão por abelhas.
-
-Vem amanhã de tênis que eu te levo. Vou ali tirar uma colmeia de um cupim. Achei hoje vindo pra cá. É caminho da cidade aproveita minha carona. - Devo ter concordado, não me lembro.
No outro dia, ele confirmou que devia ter muito mel lá. Olhou pro meu pé e perguntou; Trouxe um tênis ou um par de botas?
- Hã? - perguntei meio confusa.
- Vou ter que dar um jeito.
- Tá.
Estávamos ensinando técnicas de planejamento para os projetos de agricultura familiar. E eu já tinha ido em algumas propriedades ver como funcionava na prática, pra facilitar meu diálogo.
Terminada a reunião lá veio o Chico, todo faceiro.
-Vamos?
Eu comecei;
- Mas não é perigoso? Será que sou alérgica? - Ele parou na porta da caminhonete, olhou bem pra mim e disse; o único problema é sua roupa que não é adequada. Você vai suar um pouco. E vai ter que usar um chinelo que tem aqui. Minha bota tem chulé... Você não vai querer usar.
Paramos na estradinha perto de um pasto. Ele desceu e deu a volta na caminhoneta, pegou macacão branco, me deu pra vestir. Enquanto me vestia, dava regras de como eu deveria me comportar; não fazer movimentos rápidos, e não gritar, caso sofresse um ataque de enxame e como usar o fumegador, como eu deveria passar a fumaça nele e como deveria mante-lo aceso.A roupa era larga, elásticos nas pernas e braços. veste-se por cima da roupa. Coloquei luvas.
Me fez sentar na caminhoneta e amarrou sacolas plásticas no meu pé.
Já andou de chinelo no meio de um pasto com sacolas plásticas no pé segurando um treco pegando fogo? Escorrega. Dificil manter equilibrio. Preferia meus saltos.
Então
Ele estava com pá e enxadão. e uma caixa de madeira na cabeça.
Quebrou um morro de cupim, com todo o cuidado. De vez em quando eu soltava umas fumaças. Realmente estava suando inteira. Coçando o nariz, suor vindo nos olhos e ardendo, abelhas zumbindo nos ouvidos. E eu pensando no alivio quando tudo aquilo terminasse. E ainda veio o medo de cobra ao saber que elas moravam ali dentro.
Estava apavorada.
Ele ia tirando as partes de colmeia e colocando numas gavetinhas na caixa de madeira, com todo o cuidado. O resto colocava num balde. Aos poucos foi transferindo as abelhas para a caixa. Isso durou por volta de duas horas. Já estava escuro quando acabamos.
A caixa ficou ao lado da colmeia, (buscaria 3 dias depois) ele limpou apenas o balde. E lacrou pra não entrar abelhas. Elas foram acalmando no meio do trabalho. Ao sairmos de lá com menos de 50 metros ja podíamos tirar a proteção da cabeça e metade do macacão.
E foi assim que comecei minha paixão por abelhas.
-
É outro tipo...
Parada no semáforo, de repente um barulho "crash" seco na minha traseira.
Era um declive e acho que ele soltou o freio.
Encostei no posto de gasolina logo a frente, conforme sinalizado por ele, para não atrapalharmos o trânsito. Eu sabia que era pouca coisa, apesar de a caminhonete ser gigante, nem balançou meu carro.
Como eu suspeitava. Nossos para-choques são de fibra ou plástico, e o meu carro já tem uns risquinhos lá.
Ele ficou passando a mão, para limpar e ver o que houve. Fiquei estática. Ele realmente procurava algo?
Aí se virou e foi pro próprio carro.
E alisava e olhava contra a luz, e mudava a posição.
Depois de algum tempo;
- É realmente não aconteceu nada, mas eu tenho seguro e se tivesse acontecido algo com seu carro..
- Não aconteceu nada não...
- Não. Verdade. Mas está com pressa? Muito prazer meu nome é Álvaro, me desculpe. quer tomar uma água, alguma coisa na conveniência? - pegando na minha mão
- Não, não estou com pressa... Fui entrando no carro. Ele vindo atrás. E eu correndo.
- Você não falou seu nome, toma meu cartão, se precisar de serviços da minha loja...
Disse meu nome já dentro do carro e fui ligando e saindo.
Céus! Seria mais um golpe?
Ontem à noite fui até o Shopping perto de casa e quando saia do estacionamento encontrei um senhor que saía da academia e me gritou acenando de longe;
- Oi Izildinha! Como vai? - parei pra identificar quem era a pessoa que enxugava o rosto, e as mãos antes de me cumprimentar, o dito cujo que bateu no meu carro. A loja dele é no Shopping. Nunca tinha visto antes.
Depois de cumprimentá-lo e conversar um pouco, saí rindo; É. É outro tipo de golpe. Pensei.
Era um declive e acho que ele soltou o freio.
Encostei no posto de gasolina logo a frente, conforme sinalizado por ele, para não atrapalharmos o trânsito. Eu sabia que era pouca coisa, apesar de a caminhonete ser gigante, nem balançou meu carro.
Como eu suspeitava. Nossos para-choques são de fibra ou plástico, e o meu carro já tem uns risquinhos lá.
Ele ficou passando a mão, para limpar e ver o que houve. Fiquei estática. Ele realmente procurava algo?
Aí se virou e foi pro próprio carro.
E alisava e olhava contra a luz, e mudava a posição.
Depois de algum tempo;
- É realmente não aconteceu nada, mas eu tenho seguro e se tivesse acontecido algo com seu carro..
- Não aconteceu nada não...
- Não. Verdade. Mas está com pressa? Muito prazer meu nome é Álvaro, me desculpe. quer tomar uma água, alguma coisa na conveniência? - pegando na minha mão
- Não, não estou com pressa... Fui entrando no carro. Ele vindo atrás. E eu correndo.
- Você não falou seu nome, toma meu cartão, se precisar de serviços da minha loja...
Disse meu nome já dentro do carro e fui ligando e saindo.
Céus! Seria mais um golpe?
Ontem à noite fui até o Shopping perto de casa e quando saia do estacionamento encontrei um senhor que saía da academia e me gritou acenando de longe;
- Oi Izildinha! Como vai? - parei pra identificar quem era a pessoa que enxugava o rosto, e as mãos antes de me cumprimentar, o dito cujo que bateu no meu carro. A loja dele é no Shopping. Nunca tinha visto antes.
Depois de cumprimentá-lo e conversar um pouco, saí rindo; É. É outro tipo de golpe. Pensei.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Aviso aos navegantes.
Devo informar-lhes que os textos aqui produzidos, muito embora possam ter ocorrido de fato, são na sua maioria fictícios no que tange a datas e nomes. Quando os nomes são reais eu os cito no rodapé da página.
Portanto, declaro ser obra de ficção.
Portanto, declaro ser obra de ficção.
terça-feira, 3 de maio de 2016
Não quero me "enformar"
Ouvindo conselho de um amigo;
_ Olha, tenho que te falar. Já já você se enforma.
- Não é enforma, biba loca!
- Ah! Tá. Cala a boca que estou te criticando, você se enforma e fica igualzinho esse povo caquético e piegas aí. Tudo bem o pessoal mais velho que GRITA CONTIGO FALANDO NO MESSENGER, e aquelas senhorinhas postando florzinha Orkut Style. Mas você? Termina logo seu projeto e corre!!! E pára de achar que eu falo Português errado, Eu falo Francês errado, eu falo Inglês errado, Eu falo Spanish...
- Biba loca!!! Posso postar isso no meu blog?
- Claro moreka! Você sabe que te amo. Vem cá no colinho, cê tá tão feia com esse olho triste!!! E pára de se enformar, tá?
_ Olha, tenho que te falar. Já já você se enforma.
- Não é enforma, biba loca!
- Ah! Tá. Cala a boca que estou te criticando, você se enforma e fica igualzinho esse povo caquético e piegas aí. Tudo bem o pessoal mais velho que GRITA CONTIGO FALANDO NO MESSENGER, e aquelas senhorinhas postando florzinha Orkut Style. Mas você? Termina logo seu projeto e corre!!! E pára de achar que eu falo Português errado, Eu falo Francês errado, eu falo Inglês errado, Eu falo Spanish...
- Biba loca!!! Posso postar isso no meu blog?
- Claro moreka! Você sabe que te amo. Vem cá no colinho, cê tá tão feia com esse olho triste!!! E pára de se enformar, tá?
domingo, 1 de maio de 2016
Já ouço o som dos seus passos
Deve haver algo mais.
Alguma coisa que realmente satisfaça.
Ouça a música da orquestra.
Um conjunto do universo infinito numa folha de papel.
Sinta-se voando através das estrelas.
A luz que vem de algum lugar, a cor, o sentimento, o completo vazio, a velocidade a calma...
Tudo completando-se.
Por tudo que eu vejo e sinto
Eu penso que há alguma coisa perfeita pra mim.
Espero de algum lugar, o som perfeito o momento perfeito a emoção perfeita.
O universo me prometeu. Espero completar-me.
Alguma coisa que realmente satisfaça.
Ouça a música da orquestra.
Um conjunto do universo infinito numa folha de papel.
Sinta-se voando através das estrelas.
A luz que vem de algum lugar, a cor, o sentimento, o completo vazio, a velocidade a calma...
Tudo completando-se.
Por tudo que eu vejo e sinto
Eu penso que há alguma coisa perfeita pra mim.
Espero de algum lugar, o som perfeito o momento perfeito a emoção perfeita.
O universo me prometeu. Espero completar-me.
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Toda noite faço minha filha dormir. Às vezes contando histórias, outras, simplesmente fazendo algum exercício de relaxamento. Há poucos...
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Saudade Sampa... Tô correndo pra aí hora dessas. Agora minha pequena vai comigo. Ela já tem 13 anos. Já vai entender muita coisa. Fica tris...